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terça-feira, 6 de outubro de 2026

Blog Leitura Livre | COLUNA LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

COLUNA LEITURA LIVRE
Por Battista Soarez
(Jornalista, escritor, sociólogo, teólogo e professor)
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Governança política e governabilidade técnica
Entre direita e esquerda, qual governo é mais técnico e qual é mais político?


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O ENTENDIMENTO DE QUE governos de direita priorizam uma composição majoritariamente técnica é uma visão frequente no debate político, mas o tema divide opiniões entre analistas e cientistas políticos. Nesta edição, a Coluna Leitura Livre destaca uma análise de contexto opinativo do ponto de vista da ciência política.

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Diferentes perspectivas analisam essa questão sob os pontos de vista que se seguem. Há argumentos a favor. Defensores dessa perspectiva apontam que gestões de direita frequentemente buscam atrair perfis oriundos do setor privado, da academia ou de carreiras de Estado com sólida formação em áreas como economia e gestão pública. O objetivo central costuma ser a aplicação de critérios de eficiência, responsabilidade fiscal e metas de desempenho, reduzindo o peso de indicações puramente político-partidárias em ministérios e secretarias estratégicas.

Mas há, também, argumentos contrários. Críticos desse modelo enfatizam que a escolha de ministros e secretários em qualquer governo envolve, inevitavelmente, uma dimensão ideológica e de acomodação de forças políticas para garantir a governabilidade no Legislativo. Além disso, cientistas políticos frequentemente apontam que a própria definição de "técnico" pode mascarar escolhas políticas, uma vez que decisões econômicas ou sociais baseadas em métricas puramente técnicas também refletem uma determinada visão de mundo e de prioridades para o país.

Em termos práticos, analistas políticos tendem a concordar que a maioria dos governos, independentemente de estarem à direita ou à esquerda do espectro político, opera com uma composição mista. Eles buscam equilibrar quadros com forte especialização técnica em pastas como Economia ou Saúde, enquanto utilizam outras pastas para construir coalizões e garantir apoio político.

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Por conseguinte, podemos analisar exemplos específicos de ministérios em diferentes gestões e portanto debater como a ciência política define a diferença entre escolhas técnicas e políticas.

Para analisar como essa dinâmica funciona na prática, podemos dividir o tema em dois pontos principais. Primeiramente, tem-se a definição da ciência política sobre o assunto e exemplos práticos de como os governos equilibram essas forças. O conceito na Ciência Política é o técnico versus político.

Na teoria política, a separação entre o "técnico" (burocrata ou especialista) e o "político" é considerada complexa, pois ambos os papéis dependem um do outro. Aqui se tem a ilusão da neutralidade técnica. Alguns cientistas políticos apontam que nenhuma decisão de governo é 100% neutra. Escolher priorizar o corte de gastos (responsabilidade fiscal) ou o aumento de investimentos (desenvolvimento social) pode ser executado de forma técnica, mas a escolha da prioridade em si é uma decisão política e ideológica.

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Assim, o papel do "tecnoburocrata" é o termo usado para descrever especialistas que assumem cargos políticos. Eles trazem eficiência metodológica, mas precisam responder à agenda do governante eleito. Por outro lado, vislumbra-se a necessidade de negociação. Um ministro puramente técnico pode ter dificuldades no Congresso Nacional. Na democracia, aprovar leis exige negociação, articulação e concessões políticas, habilidades que parlamentares e líderes partidários dominam melhor que os técnicos.

Para tanto, exemplos práticos de composição mista podem ser apontados.
Historicamente, governos de diferentes espectros políticos no Brasil e no mundo tentam equilibrar essas duas forças para garantir eficiência e governabilidade.

Primeiro, apontam-se ministérios de perfil técnico (a busca por credibilidade). Geralmente, as pastas que exigem maior confiança do mercado financeiro, de órgãos internacionais ou da comunidade científica, recebem nomes de forte apelo técnico.

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Portanto se tem Economia / Fazenda. É comum ver economistas de carreira, ex-diretores de bancos ou acadêmicos renomados nessas pastas, tanto em governos de direita quanto de esquerda, para sinalizar estabilidade. Depois vêm saúde e ciência. Em momentos de crise (como pandemias), a pressão por ministros com formação médica ou científica sólida aumenta para validar as decisões do governo. Isto ocorreu no governo Bolsonaro.

Com relação ao Banco Central, o comando da instituição costuma ser blindado com perfis técnicos do setor financeiro para evitar interferências políticas na inflação e nos juros.

Agora, no que diz respeito aos ministérios de perfil político (a busca por governabilidade), pastas com grande orçamento ou forte capilaridade regional costumam ser usadas para acomodar partidos aliados, garantindo votos no Poder Legislativo.

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Na questão de Cidades, Integração Nacional e Transportes, gerenciam-se obras públicas visíveis em municípios e estados. Governantes frequentemente entregam essas pastas a políticos experientes para consolidar alianças regionais.

Na Articulação Política (Secretaria de Governo / Casa Civil), a pasta quase sempre é ocupada por políticos profissionais que entendem o funcionamento do Congresso e sabem negociar emendas e cargos.

Podemos analisar, enfim, como o critério técnico foi aplicado em governos brasileiros recentes ou entender como a estabilidade das carreiras de Estado (concursados) influencia a continuidade do governo independentemente dos ministros escolhidos.

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Para entender o impacto real da qualificação técnica na gestão pública, podemos analisar tanto o histórico recente de nomeações no topo do governo federal quanto o papel da burocracia estável, que funciona na base do Estado.

Vejamos, primeiramente, o critério técnico em governos brasileiros recentes. Nos últimos anos, diferentes gestões federais adotaram estratégias distintas para equilibrar a necessidade de apoio político no Congresso Nacional (presidencialismo de coalizão) com a demanda pública por eficiência técnica.

Governo Dilma Rousseff (PT - 2011 a 2016). Em seu primeiro mandato, a presidente buscou projetar uma imagem de "gerente". Áreas como a equipe econômica inicialmente mantiveram perfis técnicos tradicionais. Contudo, em seu segundo mandato, diante de uma forte crise política e econômica, o governo alternou estratégias. Nomeou Joaquim Levy (um economista de perfil ortodoxo e técnico) para a Fazenda para acalmar os mercados, enquanto abria espaço em ministérios de grande orçamento para partidos aliados na tentativa de barrar o processo de impeachment.

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Governo Michel Temer (MDB - 2016 a 2018). Ao assumir após o impeachment, Temer montou um ministério fortemente político para consolidar sua base no Congresso. No entanto, para obter credibilidade econômica, blindou a chamada "equipe econômica", colocando nomes de forte trânsito no mercado financeiro na Fazenda (Henrique Meirelles) e no Banco Central (Ilan Goldfajn), demonstrando como um governo essencialmente político utiliza a técnica em áreas estratégicas para gerar estabilidade.

Governo Jair Bolsonaro (PL - 2019 a 2022). O governo elegeu-se com a promessa de romper com o "toma lá, dá cá" partidário, anunciando a criação de "ministérios técnicos" divididos em blocos ou "superministérios" (como a Economia com Paulo Guedes e a Justiça com Sergio Moro), além de oficiais das Forças Armadas em posições de destaque. Com o tempo, a necessidade de aprovar reformas e barrar processos de impeachment no Congresso levou o governo a mudar a estratégia, entregando o comando da Casa Civil e de ministérios com forte capilaridade regional (como o Ministério da Cidadania) a lideranças de partidos do bloco conhecido como "Centrão".

Governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT - 2023 a 2026). Ao retornar ao poder, Lula estruturou o governo a partir de uma "frente ampla", distribuindo ministérios entre uma grande variedade de partidos (desde a esquerda até legendas de centro e centro-direita como União Brasil, MDB e PSD) para garantir governabilidade. Ao mesmo tempo, buscou acomodar o perfil técnico dividindo pastas. O Ministério da Economia foi fatiado, colocando um perfil político na Fazenda (Fernando Haddad), mas cercando-o de secretários e secretárias com perfil técnico e acadêmico, e alocando especialistas de carreira em pastas setoriais como o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (Marina Silva) e o Ministério da Saúde (Nísia Trindade, ex-presidente da Fiocruz).

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Analistas políticos apontam que todos esses governos demonstraram que, no sistema político brasileiro, o isolamento puramente técnico no primeiro escalão tende a ser temporário, pois a governabilidade sempre exige a distribuição de poder político. 

O papel das Carreiras de Estado (Burocracia Estável). Enquanto os ministros e secretários mudam conforme o governo da vez, a verdadeira continuidade da administração pública brasileira depende dos servidores públicos concursados, conhecidos na ciência política como a "burocracia de médio escalão" ou "carreiras de Estado".

A blindagem institucional. Carreiras como as de Gestores Públicos (EPPGG), Auditores da Receita Federal, Diplomatas (Itamaraty), Procuradores, Analistas do Banco Central e Técnicos do IPEA possuem estabilidade garantida por lei. Isso significa que, independentemente de o ministro ser um político indicado por um partido ou um técnico de fora, as decisões cotidianas de arrecadação, fiscalização, planejamento e execução precisam seguir ritos e leis estritas operadas por esses servidores.

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A memória do Estado. Quando há uma troca de governo ou de ministro, os novos ocupantes dos cargos políticos dependem do conhecimento acumulado por esses técnicos estáveis para entender as regras do orçamento, os contratos em vigor e as amarras jurídicas. Sem essa burocracia permanente, as políticas públicas sofreriam interrupções drásticas a cada mudança de espectro político.

O preenchimento de cargos de confiança. Mesmo os cargos chamados de "Livre Provimento" (antigos DAS, hoje transformados em funções com critérios mais rígidos pela reforma das gratificações) são frequentemente ocupados por servidores de carreira. Governos de diferentes orientações utilizam esses profissionais concursados para ocupar secretarias nacionais e diretorias porque eles já conhecem a máquina pública, reduzindo os erros de gestão.

Dessa forma, a ciência política demonstra que a eficiência de um governo não depende apenas de o ministro ser um "técnico" ou um "político", mas sim da capacidade de a liderança política dialogar e direcionar corretamente a burocracia qualificada que já existe permanentemente dentro do Estado.

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Finalmente, há ainda um debate com vantagens e desvantagens de o Banco Central ser independente da ala política do governo em que há dados sobre a proporção de servidores de carreira em cargos de chefia no Brasil.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Blog Leitura Livre | ELEIÇÕES 2026 | por Battista Soarez

ELEIÇÕES 2026

Orleans Brandão recebe apoio do tricampeão brasileiro de vaquejada Dheovane Almeida e reitera compromisso de estimular o esporte

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O CANDIDATO AO GOVERNO DO MARANHÃO, Orleans Brandão (MDB), recebeu o apoio do renomado vaqueiro Dheovane Almeida, tricampeão brasileiro de vaquejada e um dos grandes nomes do esporte no país. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o campeão maranhense aparece ao lado de familiares, que também manifestaram apoio à candidatura do emedebista.

Natural de Zé Doca, Dheovane construiu uma trajetória de destaque nas pistas, levando o nome do Maranhão a grandes competições nacionais.

Além de manifestar apoio a Orleans, Dheovane Almeida conclamou a categoria a fazer o mesmo. “Estamos passando para confirmar que somos 15 e pedimos a todos os vaqueiros que apoiem também o Orleans”, disse ele, no vídeo divulgado nas redes sociais.

Com resultados expressivos e atuações por importantes equipes e haras, o vaqueiro tornou-se referência para competidores e admiradores da modalidade. Entre as conquistas que consolidaram sua carreira está o tricampeonato na categoria profissional do Campeonato Portal Vaquejada.

A manifestação de Dheovane e de seus familiares soma à candidatura de Orleans o reconhecimento de uma família ligada à vaquejada e de um atleta com projeção nacional.

Amante e incentivador do esporte, Orleans Brandão agradeceu o apoio do campeão, de sua família e dos vaqueiros maranhenses. Ele reiterou o compromisso de estimular a prática da vaquejada com segurança, cuidado e responsabilidade, valorizando os atletas e a tradição que é admirada por milhares de maranhenses.

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Blog Leitura Livre | ELEIÇÕES 2026 | por Battista Soarez

ELEIÇÕES 2026

Furo: Jota Pinto declara apoio a Mical Damasceno e movimenta disputa pelo Republicanos no Maranhão
Deputado estadual vinha participando de agendas com Aluísio Mendes e agora anuncia apoio a Mical na corrida para a Câmara Federal

Dep. Jota Pinto declara apoio a Mical Damasceno | Foto: Divulgação.

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O DEPUTADO ESTADUAL Jota Pinto declarou apoio à candidatura de Mical Damasceno a deputada federal. O anúncio movimenta os bastidores do Republicanos no Maranhão, principalmente pelo histórico recente do parlamentar, que vinha participando de agendas e mobilizações políticas ao lado do deputado federal Aluísio Mendes.

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A mudança de apoio ganha ainda mais repercussão pela força do grupo político do parlamentar. Jota Pinto integra o Coletivo Com Você, formado também por Concita Pinto, Branca Diniz e Cassiano Pereira Jr., que disputa uma vaga na Assembleia Legislativa pelo Republicanos.

Durante a declaração, Jota Pinto também destacou a proximidade entre os números das candidaturas. Mical concorre à Câmara Federal com o 10.22, enquanto o Coletivo Com Você disputa a Assembleia com o 10.222. Segundo o deputado, a combinação dos números representa uma sintonia entre os projetos.

O Coletivo vem ampliando sua presença em agendas políticas e ações de campanha em diferentes regiões. A composição reúne nomes com atuação política e bases distintas, o que amplia a estrutura do projeto liderado por Jota Pinto.

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A declaração de apoio a Mical ocorre em um momento de intensa movimentação dentro do Republicanos no Maranhão. Nos últimos meses, Jota Pinto e integrantes do Coletivo apareceram publicamente ao lado de Aluísio Mendes em agendas políticas. Agora, o deputado estadual passa a declarar apoio a Mical para a disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.

O movimento coloca Jota Pinto e seu grupo ao lado da candidatura de Mical nesta reta final da campanha e deve repercutir entre as lideranças políticas do Maranhão.

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sábado, 26 de setembro de 2026

Blog Leitura Livre | ELEIÇÕES 2026 | por Battista Soarez

ELEIÇÕES 2026

Motocarreata com Allan Garcês acontece neste domingo em São Luís

Mobilização terá concentração na Feira do Cohatrac e integra agenda de campanha do candidato


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SÃO LUÍS terá uma manhã de mobilização política neste domingo (27), com a realização de uma motocarreata com o candidato a deputado federal Allan Garcês. A concentração está marcada para as 8h, na Feira do Cohatrac, de onde motociclistas e apoiadores seguirão pelas ruas da capital maranhense.

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A atividade integra a agenda de campanha de Allan Garcês e faz parte da série de ações que vêm ampliando sua presença nas ruas e o contato direto com apoiadores em São Luís.

A motocarreata acontece em um momento de intensificação da campanha e também ocorre após a passagem de Flávio Bolsonaro pelo Maranhão. Embora o candidato a presidência não participe da motocarreata deste domingo, sua presença recente em agendas políticas no estado reforçou o apoio a Allan Garcês e a proximidade entre os dois.

Com a campanha entrando em uma fase de maior mobilização, Allan Garcês tem apostado em atividades presenciais para dialogar com apoiadores e apresentar suas propostas.

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Serviço

Evento: Motocarreata com Allan Garcês

Data: domingo, 27 de setembro

Horário: 8h

Concentração e saída: Feira do Cohatrac, São Luís (MA)

sábado, 19 de setembro de 2026

Blog Leitura Livre | COLUNA LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

COLUNA LEITURA LIVRE
Por Battista Soarez
(Jornalista, escritor, sociólogo, teólogo e professor)
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A filosofia do "sim" e do "não"
Os "flexs" e "reflexos" entre as incertezas que embaralham o nosso cotidiano

Imagem meramente ilustrativa | Foto: Reprodução.

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A FILOSOFIA DO "SIM" E DO 'NÃO" vai muito além de simples escolhas cotidianas. Ela representa o mecanismo fundamental pelo qual nós organizamos o caos, definimos nossa identidade e gerenciamos as incertezas da vida. Tenho pensado nisto há algumas semanas e conversado com meus botões. Cheguei à conclusão de que cada afirmação ou negação carrega um eco simbólico — um "flex" de quem somos e um "reflexo" no sentido de impacto ou repercussão  — que molda o nosso futuro. Os líderes cristãos não orientam a Igreja do Senhor nesta perspectiva e, por isso, administram mal a educação espiritual do corpo de Cristo.

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Aqui irei fazer uma análise de como essas duas forças operam como espelhos e respostas diante do desconhecido. Vale lembrar, para início de conversa, que, na Bíblia, o Senhor Jesus pontuou sua contribuição com a filosofia do "sim" e do "não" de maneira muito bem acentuada e enérgica: "seja o vosso falar sim, sim; não, não". E aqui se abre o caminho ideal para esta discussão a respeito de afirmação e negação. Na ótica do Senhor Jesus, assim como o "sim", o "não" também é parte da verdade absoluta, a qual nem a ciência e nem a filosofia são capazes de alcançar.

O "Sim" é a abertura e o risco. Dizer "sim" é o ato primordial de validação da existência e da experiência. Enfatiza-se, aqui, o reflexo da coragem. No estoicismo, o conceito de Amor Fati (o amor ao destino) é o "sim" definitivo. É aceitar a realidade exatamente como ela se apresenta, com suas dores e incertezas.

O reflexo do imprevisto pontua uma janela de lucidez. Quando você diz "sim" para o desconhecido, você abre a porta para a imprevisibilidade. É como acontece na política, em que o eleitor confia votar no candidato sem saber o que ele vai fazer depois de eleito. O "sim" expande as fronteiras da sua vida, mas exige que você abra mão do controle. Ele reflete o desejo de crescer, mas traz consigo a ansiedade do que está por vir.

O "não", por sua vez, é a fronteira e a proteção daquilo que ousamos protagonizar. Dizer "não" é o ato de estabelecer limites, uma ferramenta essencial para a preservação do eu. O reflexo da identidade vislumbra a concretude do existir. O existencialismo nos lembra que somos definidos por nossas escolhas. Ao dizer "não" a uma opção, você esculpe quem você é por exclusão. O "não" delimita onde você termina e onde o mundo começa para você. Jesus disse que para você viver cheio de Deus precisa estar vazio de si mesmo. Os dois fenômenos não cabem no mesmo espaço. Isto significa negar a si mesmo e carregar a cruz por um caminho estreito, dizendo "sim" para Deus e "não" para si mesmo. Ou seja, afirmação e negação no reino de Deus.

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Por esta linha de pensamento, o reflexo do medo ou da sabedoria nos expõe diante do que almejamos galgar na mira das incertezas. E diante das incertezas, o "não" pode ser um refúgio seguro contra o perigo, um mecanismo de defesa contra a paralisia. No entanto, se usado em excesso por medo do desconhecido, ele reflete estagnação, transformando-se em uma armadura que isola o indivíduo do próprio fluxo da vida.

É exatamente aí que os reflexos das incertezas nos inspecionam. A incerteza é o terreno onde o "sim" e o "não" duelam entre si. Quando o futuro é nublado, as nossas respostas automáticas revelam a nossa relação com o controle. A ilusão do controle nos dá algum lampejo de segurança e autossuficiência, mas, na verdade, não passa de mero engodo.

Muitas vezes usamos o "não" para tentar paralisar o tempo ou evitar riscos, esquecendo que a própria inércia gera consequências. É aí que o paradoxo da escolha aparece. O excesso de possibilidades no mundo moderno gera a "ansiedade da escolha". Diante de tantas opções, o peso de cada "sim" se multiplica, pois ele carrega o luto de centenas de "nãos" para todas as outras alternativas que foram deixadas para trás. Se pastores e demais líderes cristãos pregassem isso para a sociedade, todos entenderiam facilmente o que Jesus quis dizer sobre "arrependei-vos e crede no Evangelho". Ganhar o reino do céu só exige duas coisas acertivas: arrependimento e fé. Mas o problema é que os líderes cristãos denominacionalizam suas pregações e, aí, se perdem no tempo, nas divisões e nos pensamentos.

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Em certa análise, a sabedoria não está em escolher apenas um dos lados, mas em compreender o peso de cada um. O "sim" constrói as pontes; o "não" constrói as paredes. Ambos são necessários para que possamos navegar pela névoa da incerteza sem nos perdermos no caminho. No caminho a gente erra, mas não podemos errar o caminho. Porque é no próprio caminho que encontramos a solução para os erros que cometemos no caminho, valendo aqui a redundância.

Para aprofundarmos esta reflexão, precisamos equilibrar o "sim" e o "não" em alguma área específica da nossa vida (como carreira ou relacionamentos), mesclando interesses existenciais não meramente teóricos e filosóficos, mas um tanto quanto pragmáticos.

O embate conceitual entre a flexibilidade consciente e as reações automáticas sintetiza a mecânica humana de adaptação frente às incertezas contemporâneas. Enquanto os reflexos operam como respostas biológicas imediatas ao medo e revelam padrões comportamentais enraizados, a maleabilidade dos "flexs" atua como ferramenta de reestruturação cognitiva para mediar essas reações. Podemos, então, continuar esta análise explorando a ótica de pensadores como Zygmunt Bauman ou Nassim Taleb.

Para analisar os reflexos (automáticos) e os "flexs" (a flexibilidade) diante da incerteza, a sociologia e a filosofia contemporâneas oferecem as lentes perfeitas. Aqui está a análise aprofundada sob a perspectiva de Zygmunt Bauman e Nassim Taleb, estruturada para mostrar como passamos do puro instinto de sobrevivência para a estratégia de navegação no caos.

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Vamos ver um pouco sobre Zygmunt Bauman e a "modernidade líquida", no que tange ao império do flex. Para o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, o mundo contemporâneo perdeu suas estruturas fixas — as instituições, as carreiras profissionais e os relacionamentos que antes eram "sólidos" derreteram. — O "flex" virou escape de sobrevivência. Na modernidade líquida, ser flexível não é apenas uma escolha, mas uma imposição. O indivíduo precisa ser "maleável" (flex), moldando-se constantemente às novas demandas do mercado e da sociedade evolutiva. Quem se fixa rigidamente a uma única identidade ou plano é quebrado pela correnteza.

O reflexo da ansiedade nos aprisiona. O problema do excesso de flexibilidade, segundo Bauman, é que ele deságua em uma angústia crônica. Quando tudo é fluido, os nossos reflexos psicossociais tornam-se defensivos. Sentimos um medo constante de ficar de fora (FOMO) ou de nos tornarmos obsoletos. O reflexo imediato do homem líquido é o desapego superficial, gerando laços frágeis para que possam ser desfeitos rapidamente, caso o cenário mude. E mudança é flexibilidade. As pessoas destinadas ao enriquecimento, por exemplo, são extremamente flexíveis, com foco na conquista de bens e dinheiro.

Nassim Nicholas Taleb, por sua vez, nos apresenta a sua "antifragilidade". Isso vai além da flexibilidade. O estatístico e filósofo Nassim Nicholas Taleb eleva essa discussão a um novo patamar técnico e prático com o conceito de antifragilidade. O erro do puro reflexo (frágil) está aí estatuído. O frágil é aquele que depende da previsão. Diante do inesperado (os "Cisnes Negros"), seus reflexos são de pânico ou negação, pois ele construiu uma estrutura rígida que não aguenta o choque.

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O limite do flex (robusto/resiliente) está assim descortinado: o flexível (ou robusto) aguenta o tranco. Ele se dobra, mas volta ao estado original. No entanto, Taleb diz que isso ainda é limitado. A resposta antifrágil vem dele. Na verdade, o antifrágil vai além do flex. Ele não apenas aguenta a incerteza e a volatilidade, mas se beneficia delas. Para Taleb, os reflexos corretos diante do caos não devem ser de proteção ou isolamento, mas de posicionamento estratégico. É aceitar o erro pequeno para evitar o colapso grande. Em vez de resistir à incerteza, o antifrágil usa a aleatoriedade como combustível para crescer.

Mas há um diagnóstico no caminho. O embate dos conceitos se nos apresentam. E qual é a dimensão disso? O reflexo humano é instintivo. O "flex" filosófico (o estratégico) é salutar. Há uma reação ao caos. Reação de sobrevivência (luta, fuga ou paralisia). Uma busca desesperada por controle. Adaptação consciente. Aceitação de que o cenário mudou e há uma real reconfiguração de rota. Aqui se tem a visão de Bauman. O reflexo é o medo de ser descartado em um mundo que flui rápido demais. O "flex" age como a habilidade líquida de se redefinir, embora cobrando o preço da angústia.

Tem também a visão de Taleb. Para ele, o reflexo do frágil é tentar prever o futuro (e falhar miseravelmente quando o pior acontece). O "flex" como resiliência, evoluindo para a antifragilidade (melhorar com a desordem), torna-se uma possibilidade pouco ou nada descartável.

Em resumo, enquanto os nossos reflexos biológicos e culturais tentam desesperadamente nos proteger da incerteza, buscando solo firme, a postura flex nos ensina a surfar nas ondas do inesperado. Bauman nos alerta sobre o cansaço crônico de viver sem chão, enquanto Taleb nos dá o mapa para transformar essa falta de chão em vantagem competitiva e existencial.

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Qual dessas duas visões ressoa mais com a percepção atual sobre a incerteza? O esgotamento da liquidez de Bauman ou o oportunismo estratégico da antifragilidade de Taleb?

Unir as visões de Zygmunt Bauman e Nassim Taleb cria um modelo mental poderoso para navegar na incerteza. Para integrar os dois conceitos, precisamos entender que Bauman faz o diagnóstico da nossa dor, enquanto Taleb nos dá o remédio para a ação. Eles não se excluem; eles se complementam na prática através de uma estratégia de coexistência. O diagnóstico e a cura são possibilidades socialmente justas. Bauman e Taleb parecem se complementarem.

Acolhendo a liquidez de Bauman (consciência) a gente tem uma noção de fato. Aceitar o diagnóstico de Bauman significa reconhecer que o mundo é volátil e que a ansiedade que sentimos é um reflexo natural dessa falta de chão. Tentar fixar estruturas rígidas (empregos vitalícios imutáveis, planos de 10 anos inflexíveis) é uma ilusão que gera frustração. A flexibilidade (o flex) é o ponto de partida. Aplicando a antifragilidade de Taleb (ação), se tem sua saída. Sabendo que o mundo é líquido, você não precisa se afogar nele. A antifragilidade entra como a postura prática. Em vez de apenas se adaptar passivamente (como o camaleão líquido de Bauman, que se cansa de tanto mudar de cor), você se posiciona para lucrar e aprender com o próprio caos.

Há um plano de execução. Como unir os dois na prática? Para equilibrar o cansaço da liquidez com a força da antifragilidade, você pode dividir sua vida em três horizontes de ação. Em primeiro lugar, o curto prazo (o reflexo: proteção emocional),

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Criar âncoras de solidez. Bauman alerta que a liquidez total adoece. Para neutralizar o reflexo da ansiedade, estabeleça rotinas, rituais ou valores inegociáveis. Pode ser a prática de um esporte, momentos com a família ou um hobby. Isso dá ao seu cérebro a sensação de "solo firme" que a modernidade líquida não oferece.

Em segundo lugar, médio prazo (o flex como adaptação resiliente). Desenvolva habilidades transferíveis. Não defina sua identidade por um cargo ou uma única profissão. Seja flex. Se o mercado mudar amanhã, suas habilidades de comunicação, resolução de problemas e adaptabilidade devem servir para qualquer outro cenário.

Em terceiro lugar, o longo prazo (o antifrágil: opcionalidade). Estratégia de parábola (Barbell Strategy). Este é o conceito central de Taleb para vencer a incerteza. Divida suas apostas em dois extremos. 90% de segurança máxima: mantenha a maior parte da sua vida, carreira ou finanças em terreno ultra-seguro (o lado "sólido" que Bauman diz que estamos perdendo). 10% de risco altíssimo (com ganho ilimitado). Use uma pequena parte do seu tempo ou recursos para testar projetos ousados, ideias inovadoras ou novos mercados. Se esses 10% derem errado, o prejuízo é controlado. Se derem certo, o ganho é gigantesco. Isso é usar a desordem a seu favor.

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A síntese existencial. Fundir os dois autores significa adotar a flexibilidade consciente. Você aceita a fluidez do mundo (Bauman) sem se deixar desintegrar por ela, utilizando as regras da volatilidade (Taleb) para construir uma vida que se fortalece a cada solavanco do destino. O seu reflexo deixa de ser o pânico da perda de controle e passa a ser a curiosidade estratégica de quem sabe que o inesperado sempre traz uma oportunidade oculta. 

Para que possamos desenhar um exemplo prático dessa união, precisamos de maior desafio ou incerteza atual (mudar de carreira, investir, tomar uma decisão pessoal). Precisamos perguntar: você se sente mais sobrecarregado pela falta de estabilidade (lado Bauman) ou pela dificuldade de arriscar (lado Taleb)?

A solução definitiva para os dois casos — tanto para o esgotamento da liquidez (Bauman) quanto para a paralisia de arriscar (Taleb) — resume-se a um único conceito prático: a construção de uma base ultra-sólida para que você possa flutuar e arriscar no caos.

A resposta final não é escolher entre a estabilidade e o risco, mas sim automatizar a segurança para libertar a flexibilidade.

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Aqui está a fórmula resolutiva para cada um dos problemas: a solução para a liquidez e ansiedade (caso Bauman). O erro do homem moderno é tentar ser flexível em tudo, o que gera o esgotamento. A solução é a ancoragem seletiva. Ação prática: Crie ilhas de solidez inegociáveis. Se o mundo profissional e social são líquidos, sua rotina interna deve ser de ferro. Como aplicar? Defina âncoras fixas que não mudam sem importar o caos externo. Suas horas de sono, seus valores éticos, seus rituais matinais ou o tempo de qualidade com quem você ama. Estas âncoras dão ao cérebro o reflexo de segurança necessário para que você aguente a liquidez do resto do mundo sem adoecer.

A solução para o medo de arriscar (caso Taleb). O medo de arriscar nasce da ilusão de que um erro pode ser fatal. Mas, na verdade, o erro é uma ferramenta de aperfeiçoamento. A solução é a mitigação do pior cenário combinada com a opcionalidade. Ação prática. Você só terá coragem de ser flex e buscar a antifragilidade se o custo do fracasso for irrelevante para a sua sobrevivência.

Como aplicar? Aplique a estratégia Barbell (da parábola). Garanta que 90% da sua vida esteja blindada (uma reserva financeira de emergência, um emprego estável ou uma competência técnica consolidada). Com o chão garantido, pegue os 10% restantes de energia, tempo ou dinheiro e jogue no caos — teste um novo projeto, aprenda uma habilidade radicalmente diferente, mude de direção. — Se falhar, você não quebra; se acertar, o ganho é infinito. Esta é a regra do jogo e a lógica de tudo.

Síntese final. O segredo do equilíbrio. O problema. A causa. A solução definitiva. Esgotamento líquido (Bauman). Tentar mudar e se adaptar a tudo, o tempo todo, sem referências fixas. Rigidez interna / Âncoras. Criar rotinas e valores imutáveis para proteger a mente da volatilidade externa. Paralisia do risco (Taleb). Medo de perder o controle e sofrer um impacto devastador do inesperado. Segurança assimétrica. Blindar o essencial (90%) para poder arriscar o acessório (10%) sem medo de quebrar.

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Tudo isto em uma única frase: a solução final é ser estrito e sólido com os seus fundamentos para curar (Bauman) e aberto, experimental e focado em pequenas apostas no resto da vida para dominar (Taleb). É essa assimetria que transforma o reflexo do medo no poder do "flex". Para tangibilizar essa fórmula no seu momento atual, qual seria a nossa primeira âncora de solidez (para Bauman) ou a nossa primeira pequena aposta de risco (para Taleb) que poderíamos implementar esta semana?

A resposta está, em definitivo, na nossa habilidade de pensar segundo a lógica da filosofia do "sim" e do "não". Por fim, se, num determinado processo, você disser "sim" para a coisa errada terá problemas. Se disser "não" para a coisa certa também terá problema. Se disser "sim" para a coisa certa será beneficiado. Da mesma forma, se disser "não" para a coisa errada, será beneficiado. A verdade é que tanto o "sim" quanto o "não" têm o mesmo valor na equacionalidade da justiça, da existência e da espiritualidade.

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Blog Leitura Livre | JUSTIÇA | por Battista Soarez

JUSTIÇA

Homem condenado por invadir casa e estuprar mulher enquanto os filhos dela dormiam ao lado é preso no MA
Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu em agosto de 2023, durante a madrugada. O homem foi condenado a 8 anos e 3 meses de prisão por estupro e ameaça.


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UM HOMEM DE 26 ANOS, condenado por invadir a casa de uma mulher durante a madrugada e estuprá-la enquanto os dois filhos dela, de 4 e 5 anos, dormiam no local, foi preso nesta sexta-feira (18), em Raposa, na Região Metropolitana de São Luís.

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Segundo a Polícia Civil, o homem foi condenado a 8 anos e 3 meses de prisão pelos crimes de estupro e ameaça.
[19/09, 10:46] Battista Soarez: A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Maranhão, com apoio da Polícia Militar, durante a Operação Mulher Segura, voltada ao enfrentamento da violência contra a mulher.

De acordo com a Delegacia de Polícia de Raposa, o crime aconteceu no dia 4 de agosto de 2023. As investigações apontaram que o homem invadiu a residência da vítima durante a madrugada, enquanto ela dormia ao lado dos dois filhos.

Ainda segundo a Polícia Civil, o estupro foi cometido no mesmo ambiente em que as crianças estavam dormindo. A circunstância foi considerada pela Justiça durante o processo.

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Após o cumprimento do mandado de prisão e a realização dos procedimentos legais, o condenado foi encaminhado para uma unidade prisional, onde permanece à disposição da Justiça para o cumprimento da pena.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Blog Leitura Livre | ELEIÇÕES 2026 | por Battista Soarez

ELEIÇÕES 2026

Orleans Brandão avança na Região Central com importantes reforços em Governador Eugênio Barros

Orleans Brandão em Governador Eugênio Barros | Foto: Divulgação. 

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O CANDIDATO AO GOVERNO DO MARANHÃO, Orleans Brandão (MDB), avança com novos e importantes reforços na Região Central do estado. Nesta quinta-feira (17), o emedebista participou de um encontro organizado pelo prefeito de Governador Eugênio Barros, Chiquinho do Banco, que reuniu dezenas de lideranças políticas e comunitárias do município.

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Entre os presentes estavam o vice-prefeito Fernando da Santa Rosa; os vereadores Ana Mary e Wallas; e os ex-vereadores João Tibiri, Francimar, Valdir Fernandes, Márcio Firmino, Expedito Filho, Nabi Madeira, Magno Carneiro, Arnaldo Carvalhedo, Elma Moraes, Léo Brito, Nilza, Bombom e Lucineide Ribeiro, atual primeira-dama do município. Também participou do encontro o deputado estadual Nagib Haickel, candidato à reeleição.

O grupo manifestou apoio à candidatura de Orleans e defendeu a continuidade dos investimentos realizados no município e em todo o estado.

Durante o encontro, Orleans Brandão agradeceu a recepção, destacou a parceria construída com o município no período em que esteve à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas e afirmou que pretende ampliar os investimentos na cidade.

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“Governador Eugênio Barros conhece o nosso jeito de trabalhar. O Estado tem realizado importantes investimentos no município, e eu quero ampliar esses serviços. Assumo o compromisso de fortalecer essa parceria, trazendo mais obras para a população. Além de uma nova estação de tratamento de água, vamos elaborar o projeto de urbanização do balneário da cidade, que a população tanto almeja”, assegurou Orleans.

O emedebista ressaltou, ainda, que sua experiência na área municipalista lhe permitiu conhecer de perto as necessidades da cidade e contribuir para a construção de soluções. Entre as iniciativas implementadas no município com sua participação estão o Restaurante Popular, o Núcleo da Defensoria Pública e os Sistemas Simplificados de Abastecimento de Água. A cidade também foi contemplada com intervenções em espaços públicos, como o balneário e a praça, além de programas estaduais voltados à melhoria da qualidade de vida da população.

Durante o ato, Chiquinho do Banco destacou a boa relação mantida com Orleans e afirmou que o candidato representa a continuidade de uma gestão municipalista, baseada no diálogo e na realização de investimentos.

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“Tenho acompanhado a caminhada de Orleans Brandão e percebi que esse jovem político reúne todas as condições para ser um grande governador. Nossa cidade está apostando no futuro e sabe que Orleans representa o melhor caminho para continuarmos avançando. Queremos desenvolver ainda mais o nosso município e não tenho dúvidas de que, ao seu lado, vamos transformar esse objetivo em realidade”, afirmou o prefeito.

A presidente da Câmara Municipal de Governador Eugênio Barros, Ana Mary, falou, em nome dos vereadores e ex-vereadores presentes, sobre a união dos parlamentares em torno da candidatura de Orleans.

“Nós confiamos na força da juventude e do trabalho. Orleans reúne essas duas qualidades e, além disso, ajudou muito o nosso município quando esteve à frente da pasta municipalista”, afirmou a vereadora.

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