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segunda-feira, 6 de julho de 2026

BLOG LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

COLUNA LEITURA LIVRE
Por Battista Soarez
(Jornalista, escritor, sociólogo, teólogo e professor universitário)
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DEUS E ISRAEL NO PASSADO, NO PRESENTE E NO FUTURO

Um vínculo inabalável numa perspectiva histórica, teológica e profética.

Imagem meramente ilustrativa | Foto: Divulgação 

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A RELAÇÃO ENTRE DEUS E O POVO DE ISRAEL é um dos eixos centrais da história da civilização ocidental e o fundamento das três grandes religiões monoteístas. Ao longo de milênios, essa ligação transcendeu a mera geopolítica e se firmou como uma narrativa de aliança, fidelidade, julgamento e restauração. Na Coluna Leitura Livre de hoje vou explorar as profundas dimensões que únem a Divindade à nação de Israel, divididas em suas vertentes bíblicas, históricas, teológicas e proféticas.

Esta relação entre Deus e Israel é um dos temas mais complexos, contínuos e fascinantes da história humana, entrelaçando teologia, geopolítica, profecias antigas e a realidade contemporânea. Desde a promessa abraâmica narrada nas Escrituras sagradas até os debates geopolíticos nos jornais de hoje, a trajetória do povo judeu e da Terra Santa desafia explicações puramente seculares. Para compreender o papel de Israel no mundo atual e o que o futuro reserva sob uma perspectiva teológica e histórica, é necessário analisar essa dinâmica sob três grandes prismas: o fundamento da aliança eterna, o cenário atual de sobrevivência e tensões, e as expectativas proféticas para o amanhã.

O fundamento teológico: a aliança eterna e a identidade de Israel

Para entender o Israel de hoje e do futuro, é indispensável retornar às suas origens bíblicas. A identidade de Israel não nasce de um contrato político moderno, mas de uma aliança iniciada com Abraão, consolidada com Isaque e Jacó, e formalizada no Monte Sinai com Moisés. No livro de Gênesis, Deus faz uma promessa incondicional a Abraão que se divide em três pilares fundamentais: uma descendência numerosa (tornar o patriarca pai de uma grande nação); uma terra geográfica (a entrega da terra de Canaã como possessão perpétua); uma bênção universal (através da sua linhagem, todas as famílias da terra seriam abençoadas).

A natureza dessa aliança é frequentemente descrita na teologia como unilateral e irrevogável. Mesmo quando o povo de Israel falhou em cumprir os mandamentos (a Lei de Moisés), resultando em exílios e severas disciplinas históricas, a fidelidade de Deus à sua própria palavra permaneceu como o fio condutor da sobrevivência judaica. Textos do profeta Jeremias ilustram essa permanência ao afirmar que, enquanto o sol, a lua e as estrelas mantiverem sua ordem no céu, Israel nunca deixaria de ser uma nação diante de Deus.

Portanto, sob a ótica teológica, a própria existência do povo judeu após milênios de perseguições, inquisições e tentativas de extermínio é o primeiro e maior argumento da intervenção e preservação divina. Israel não é apenas um Estado-nação; é o cenário e o personagem central de um drama cósmico e espiritual que continua em pleno desenvolvimento.

O cenário contemporâneo: Israel hoje e a fidelidade divina na História

O Israel moderno, refundado oficialmente em 14 de maio de 1948, é visto por teólogos estudiosos das profecias como um milagre histórico sem precedentes. Nunca antes na história da humanidade um povo passou quase dois milênios disperso por todas as nações do globo, sem uma pátria comum, mantendo sua identidade cultural, linguística e religiosa intacta, para então retornar à sua terra de origem.

O retorno físico (Aliá)

O movimento de retorno dos judeus à sua terra natal, conhecido como Aliá, cumpre diretamente dezenas de profecias expressas nos livros de Isaías, Ezequiel e Amós. Deus prometeu que "ajuntaria os dispersos de Israel dos quatro cantos da terra". Hoje, o Estado de Israel abriga a maior comunidade judaica do mundo, superando a população judaica dos Estados Unidos. Esse retorno físico é o prelúdio para os acontecimentos futuros.

Resiliência em meio à hostilidade

O cotidiano de Israel hoje é marcado por um paradoxo profundo. Por um lado, o país é uma potência tecnológica, pioneiro em inovação médica, agricultura no deserto (tecnologia de gotejamento) e segurança cibernética. Por outro lado, vive sob constante ameaça existencial, cercado por nações e grupos que contestam abertamente o seu direito de existir.

Muitos observadores religiosos enxergam as vitórias militares de Israel ao longo de sua história moderna — como a Guerra de Independência em 1948, a Guerra dos Seis Dias em 1967 e os conflitos contemporâneos — como reiterações do livramento divino. A sobrevivência de um país geograficamente minúsculo diante de coalizões numericamente muito superiores evoca as narrativas bíblicas em que Deus operava milagres para defender o seu povo.

O estado espiritual atual

Apesar do cumprimento das promessas físicas, o Israel de hoje é, em grande parte, uma sociedade secular. O governo e as instituições operam moldados por sistemas democráticos ocidentais. Embora haja uma parcela religiosa muito ativa e influente (os ultraortodoxos e os religiosos sionistas), a maioria da população vive uma identidade cultural judaica, e não necessariamente uma fé teológica vibrante.

Essa realidade atual se alinha perfeitamente com a profecia do vale de ossos secos em Ezequiel 37. A visão profética descreve um processo em duas etapas: primeiro, os ossos se juntam, e carne e tendões os cobrem (o retorno físico e político à terra); segundo, o sopro do Espírito de Deus entra neles, trazendo vida espiritual. O Israel de hoje encontra-se firmemente na primeira fase, aguardando o despertar espiritual prometido.

A perspectiva futura: o destino escatológico de Israel

Se o presente de Israel é dinâmico e tenso, o futuro delineado pelas escrituras proféticas é ainda mais dramático e glorioso. Tanto na teologia judaica quanto em diversas vertentes da escatologia cristã, o destino final da humanidade e o estabelecimento do Reino de Deus na Terra estão intrinsecamente ligados ao futuro de Israel e de Jerusalém.

A centralidade de Jerusalém e o terceiro templo

Jerusalém continuará sendo o epicentro das atenções globais. As profecias do profeta Zacarias indicam que, nos tempos do fim, Jerusalém se tornará "uma taça de estontear" e "uma pedra pesada para todos os povos". Qualquer nação que tentar erguer essa pedra sairá ferida. Isso reflete com precisão as infindáveis disputas diplomáticas e religiosas atuais sobre a soberania da cidade e do Monte do Templo.

O futuro aponta para a reconstrução do terceiro templo em Jerusalém. Para os judeus ortodoxos, o retorno dos sacrifícios e a edificação do templo são passos fundamentais para a era messiânica. Na escatologia cristã, este local também desempenha um papel crucial nos eventos que antecedem o fim dos tempos.

O período de tribulação e pressão internacional

O futuro de Israel também reserva momentos de profunda provação. As Escrituras apontam para um período em que as nações do mundo se unirão em uma última coalizão militar contra Israel — um evento frequentemente associado à batalha de Armagedom ou à invasão de Gogue e Magogue descrita por Ezequiel.

Esse período de extrema pressão geopolítica e militar servirá para levar a nação de Israel ao limite de suas forças humanas. É justamente no momento em que os recursos humanos falharem que ocorrerá a virada espiritual e física da nação.

O despertar espiritual e o reconhecimento do Messias

O ápice do plano de Deus para o futuro de Israel envolve uma transformação interior. O profeta Zacarias escreve: "E sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito".

Nesse momento futuro, haverá uma revelação nacional e coletiva. Israel reconhecerá a intervenção definitiva de Deus. Sob a perspectiva cristã, esse é o momento do arrependimento nacional de Israel e do reconhecimento de Jesus (Yeshua) como o Messias prometido, culminando na sua Segunda Vinda para estabelecer a justiça na Terra. Sob a perspectiva judaica tradicional, representa a manifestação aberta do Messias, que resgatará o povo, julgará as nações e trará a paz global.

O impacto de Israel no futuro global: a era messiânica

O desfecho da história de Israel não beneficia apenas o povo judeu, mas redefine toda a ordem mundial. O plano original de Deus de fazer de Israel "uma luz para as nações" alcançará sua plenitude.

De acordo com os profetas Isaías e Miqueias, o futuro reserva uma era em que a palavra de Deus sairá de Sião e a lei de Jerusalém. As nações converterão suas espadas em relhas de arados e suas lanças em foices; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra.

Restauração da criação. A terra será curada, o deserto florescerá completamente e a longevidade humana será restaurada. A justiça será perfeita. O governo, a partir de Jerusalém, será exercido com retidão, defendendo o órfão, a viúva e o necessitado. Quanto à adoração universal, todos os povos reconhecerão o Deus de Israel como o único Deus verdadeiro, subindo a Jerusalém para adorá-lo.

Israel, portanto, funciona como o relógio profético de Deus. Ao observar o que acontece com este povo e com esta terra, a humanidade recebe um vislumbre claro do cronograma divino para a história.

Finalmente, a jornada de Israel — ontem, hoje e no futuro — permanece como um dos testemunhos mais contundentes da soberania de Deus sobre a história humana. O Israel de hoje, com suas impressionantes conquistas tecnológicas e suas profundas angústias geopolíticas, não é um acidente da história, mas o cumprimento exato de promessas milenares de preservação e retorno.

O futuro reserva desafios dramáticos, mas também a promessa infalível de redenção, paz e transformação espiritual. No centro de tudo está o caráter de Deus: um Deus que guarda alianças, que não esquece o seu povo e que usa a história de uma pequena nação para demonstrar o seu poder, o seu amor e a sua justiça a todo o universo. Estudar Israel é, em última análise, estudar a fidelidade dAquele que governa o princípio, o meio e o fim.

quarta-feira, 1 de julho de 2026

BLOG LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

CIDADE

Mical Damasceno cobra explicações sobre restrições a ações evangelísticas em São Luís
"Evangelizar não é crime. Orar não é desordem”, diz Mical sobre ação da SMTT

Dep. Mical Damasceno na tribuna da ALEMA | Foto: Ascom/Gabinete.
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"A PALAVRA DE DEUS não pode ser tratada como ameaça. A liberdade religiosa não se negocia”, pondera a deputada Mical Damasceno (Republicanos), após defender evangelização em espaços públicos.

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A parlamentar usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão para cobrar esclarecimentos da Prefeitura de São Luís sobre supostas restrições à realização de ações evangelísticas em espaços públicos da capital.

Segundo a parlamentar, diversos líderes evangélicos procuraram seu gabinete para relatar dificuldades na obtenção de autorização para realizar cultos, evangelizações e momentos de oração em praças, avenidas e terminais de integração.

Durante o discurso, Mical afirmou que a situação precisa ser esclarecida pelo poder público.

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“O Brasil é um Estado laico, mas isso não significa que seja um Estado antirreligioso. A Constituição garante a liberdade de crença e o livre exercício dos cultos religiosos. Nenhum cidadão pode ter esse direito restringido sem fundamento legal”, declarou. Aliás, exatamente por ser um Estado laico não pode ter sua liberdade religiosa impedida em hipótese alguma.

A deputada comentou que esteve, na última sexta-feira, na sede da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) para buscar esclarecimentos sobre as negativas.

Segundo ela, o objetivo era dialogar e compreender os critérios adotados pela secretaria.

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“Fomos em busca de respostas técnicas. Infelizmente, não encontramos esclarecimentos. Até hoje, as igrejas não receberam uma justificativa oficial”, afirmou.

Mical questionou quais seriam os fundamentos técnicos, jurídicos ou administrativos para impedir a realização das atividades religiosas em espaços públicos.

“Quando não há transparência, surgem dúvidas que poderiam ser evitadas. A pergunta que muitos evangélicos fazem é: estamos diante de uma perseguição religiosa?”, disse.

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A parlamentar afirmou que sua manifestação não tem caráter pessoal, mas busca garantir o cumprimento dos direitos previstos na Constituição Federal.

“Sou deputada estadual, sou evangélica e tenho orgulho da minha fé. Mas meu mandato é para defender os direitos de todos os maranhenses, independentemente da religião”, ressaltou.

Durante o pronunciamento, Mical também afirmou que, caso tenha ocorrido algum excesso durante os acontecimentos da última sexta-feira, mantém seu compromisso com o respeito entre as instituições.

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“Se houve qualquer atitude que tenha extrapolado esse propósito, peço desculpas. Mas também registro que eu e minha equipe fomos tratados de maneira incompatível com o respeito que deve existir entre instituições públicas”, declarou.

Ao encerrar o discurso, a deputada reforçou sua defesa da liberdade religiosa.

“Evangelizar não é crime. Orar não é desordem. Pregar a Palavra de Deus jamais pode ser tratado como ameaça. A liberdade religiosa não é favor do Estado. É um direito fundamental garantido pela Constituição. Enquanto eu ocupar esta tribuna, não me calarei diante de qualquer tentativa de restringir esse direito”, concluiu.

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sábado, 27 de junho de 2026

BLOG LEITURA LIVRE | Battista Soarez

ELEIÇÕES 2026

Edivaldo Jr. amplia força política de Orleans Brandão com presença consolidada na Grande São Luís

O ex-prefeito de São Luís poderá compor a chapa como vice-governador do Maranhão.

Edivaldo Holanda Júnior e Orleans Brandão | Foto: Divulgação.

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A POSSÍVEL COMPOSIÇÃO DA CHAPA liderada por Orleans Brandão com o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, como candidato a vice-governador ganha relevância pelo peso eleitoral e pelo reforço político ao projeto governista no Maranhão.

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Se confirmada oficialmente, a aliança combina a estratégia de expansão e fortalecimento regional de Orleans com a trajetória consolidada de Edivaldo na capital e sua capacidade de articulação institucional.

Entre os aspectos mais associados ao ex-prefeito está sua capacidade de construir pontes políticas. Durante seus dois mandatos à frente da Prefeitura de São Luís, Edivaldo manteve diálogo com diferentes setores da classe política, incluindo lideranças de campos diversos, característica que contribuiu para formar uma imagem de gestor com perfil conciliador.

Na relação com a imprensa, aliados destacam outro ponto considerado diferencial: mesmo em períodos de desgaste administrativo e enfrentando críticas públicas sobre temas da gestão, Edivaldo adotou uma postura de convivência institucional com os veículos de comunicação e profissionais do setor, preservando canais de diálogo e respeitando democraticamente a importância da imprensa.

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Esse estilo é frequentemente colocado em contraste com o perfil do ex-prefeito Eduardo Braide, marcado por relação mais tensa com o ambiente de comunicação política e distanciamento da imprensa. Nesse contexto, Edivaldo acrescenta à chapa de Orleans Brandão um perfil de mediação, construção de consensos e ampliação de interlocução.

Do ponto de vista eleitoral, sua presença também pode representar ganho estratégico para Orleans na Grande São Luís - maior colégio eleitoral do Maranhão e tradicionalmente uma das regiões mais disputadas em eleições estaduais.

Além da experiência administrativa acumulada em oito anos de gestão municipal, Edivaldo traz trajetória no Legislativo municipal e federal, ampliando o repertório institucional da chapa.

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Para aliados do grupo governista, a eventual composição busca justamente combinar renovação política com experiência administrativa e capacidade de diálogo, fortalecendo a presença eleitoral de Orleans na capital sem abrir mão da estratégia de interiorização construída nos últimos anos.

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POLÍTICA

Ao interceder por evangélicos, Mical fica presa na SMTT
A parlamentar foi impedida de deixar o órgão e teve seu carro retido por funcionários

Dep. Mical Damasceno | Foto: Divulgação 

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A DEPUTADA MICAL DAMASCENO (Republicanos) foi vítima de ação arbitrária por parte da gestão e de funcionários da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT), no fim da tarde desta sexta-feira (26). Mical foi impedida de deixar o órgão e teve seu carro retido por funcionários, que também teriam cometido excesso ao impedir a parlamentar de deixar o local.

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Mical explicou que buscou a SMTT para interceder por irmãos evangélicos que procuraram ela para denunciar que estavam sendo impedidos de pregar a palavra de Deus dentro dos Terminais de Integração. 

Por meio de vídeos feitos em um Terminal de Integração, ela foi até a SMTT para comprovar que os grupos de oração não causavam qualquer problema. Chegando à secretaria, ela se identificou como deputada e tentou dialogar sobre as denúncias, mas acabou ficando presa e os funcionários do órgão disseram que poderiam tomar seu celular.

A situação só foi contornada e a deputada liberada depois das 20h, após a chegada de autoridades da Polícia Militar.

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quarta-feira, 24 de junho de 2026

BLOG LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

NACIONAL

Alexandre de Moraes manda PGR analisar se arma apreendida de Bolsonaro é 'falta grave' na prisão domiciliar
Pistola Glock 9mm estava em carro de militar do GSI que atua na segurança do ex-presidente. Conduta pode ser infração administrativa ou até violação do Estatuto do Desarmamento, dizem investigadores.

Bolsonaro mais uma vez é perseguido|Foto: Divulgação.
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O MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF) Alexandre de Moraes pediu, nesta quarta-feira (24), para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analise se a apreensão da arma de fogo de Jair Bolsonaro pode impactar na prisão domiciliar do ex-presidente. O procurador-geral, Paulo Gonet, tem 48h para analisar o pedido.

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"Comete falta grave o condenado à pena privativa de liberdade que 'possuir, indevidamente, instrumento capaz de ofender a integridade física de outrem'", afirma Moraes, citando um trecho da Lei de Execuções Penais.

Segundo especialistas, Bolsonaro pode responder por infração administrativa ou violação do Estatuto do Desarmamento (veja detalhes no fim da reportagem).

A arma foi apreendida com um militar do Exército durante uma blitz da Polícia Militar no Distrito Federal na última segunda-feira (15) (veja detalhes abaixo).

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De acordo com o documento, Bolsonaro admitiu, em depoimento à Polícia Civil, que a arma de fogo apreendida é sua e que estava em sua residência durante o cumprimento de sua prisão. Ao delegado, Bolsonaro teria dito que “tinha três mulheres em casa" e que "não podia ficar desarmado”.

O delegado Thiago Boeing, da 17ª Delegacia de Polícia, chegou ao condomínio onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por volta das 14h30 e saiu de lá 40 minutos depois, às 15h10.

Em nota, a PCDF informou que ex-presidente respondeu a todas as perguntas da investigação. Em razão do sigilo legal, o teor do depoimento não será divulgado.

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O advogado de Bolsonaro, Paulo Cunha Bueno, acompanhou todo o depoimento. Segundo ele, Bolsonaro falou por cerca de 5 minutos e repetiu a versão que já tinha sido apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF), de que tinha pedido ajuda a um militar da segurança presidencial por identificar que a pistola Glock 9mm não estava funcionando.

No depoimento, Bolsonaro também disse que não pediu que o militar tirasse a arma do condomínio e levasse para o conserto – e sim, que averiguasse o funcionamento da pistola.

Questionado pela GloboNews, Paulo Bueno disse avaliar que o episódio não deve impactar a decisão de Moraes sobre a prorrogação da prisão domiciliar de Bolsonaro, já que as medidas cautelares não previam a entrega das armas do ex-presidente.

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domingo, 21 de junho de 2026

BLOG LEITURA LIVRE | por Battista

ELEIÇÕES 2026

Orleans Brandão prestigia Reunião Geral de Obreiros da Assembleia de Deus em Barreirinhas e reforça diálogo com comunidades cristãs

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O PRÉ-CANDIDATO AO GOVERNO DO MARANHÃO, Orleans Brandão, prestigiou a Reunião Geral de Obreiros do Campo da Assembleia de Deus de Barreirinhas, neste sábado (20), atendendo ao convite da congregação. O encontro representou mais um importante momento de diálogo entre Orleans e diferentes segmentos da sociedade, fortalecendo a aproximação com as comunidades cristãs e lideranças religiosas de diversas regiões do estado.

Também participaram da programação o prefeito de Barreirinhas, Vinicius Vale; a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale; a deputada estadual Mical Damasceno; o ex-deputado federal Costa Ferreira; além de pastores, missionários e outras referências do segmento evangélico maranhense.

Na ocasião, Orleans Brandão agradeceu o acolhimento e as parcerias construídas ao longo dos últimos anos com diversas comunidades evangélicas do Maranhão. Ele destacou a importância do apoio espiritual que tem recebido durante sua caminhada.

"Meu coração é só gratidão por ter oportunidades como esta de conversar com as pessoas, ouvir suas experiências, receber suas orações e reafirmar os compromissos que temos com a população maranhense. A cada encontro como esse me sinto ainda mais  firme no propósito de continuar trabalhando por um Maranhão cada vez melhor.

São momentos que renovam nossa fé, nossa esperança e nossa disposição para servir a população", afirmou.

Orleans também ressaltou a importância da Secretaria de Representação Social, criada pelo governador Carlos Brandão. Ele considera a iniciativa fundamental para ampliar o diálogo permanente com as comunidades cristãs e demais segmentos organizados da sociedade.

Segundo ele, a estrutura permite que as demandas dessas comunidades sejam ouvidas de forma mais próxima e efetiva, contribuindo para a construção de políticas públicas alinhadas às necessidades da população e fortalecendo a participação social nas decisões governamentais.

No encontro, Orleans Brandão destacou ainda os avanços alcançados pelo Maranhão nos últimos anos, ressaltando a melhoria dos indicadores sociais e econômicos em diversas áreas. Entre os resultados mencionados, destacou a saída de mais de um milhão de maranhenses da condição de extrema pobreza, conforme dados do IBGE, além dos investimentos em infraestrutura, educação, saúde e programas sociais.

Compromisso

Sob a coordenação do pastor presidente da área de Barreirinhas, Eliazar Canavieira, a Reunião Geral de Obreiros da Assembleia de Deus tem como objetivo promover o alinhamento espiritual, o aperfeiçoamento ministerial e a organização administrativa da igreja. O encontro reúne pastores, evangelistas e auxiliares com o propósito de capacitar os obreiros para servir cada vez melhor às comunidades onde atuam.

O pastor Eliazar Canavieira agradeceu a presença de Orleans Brandão e ressaltou a importância do diálogo entre as lideranças públicas e a comunidade cristã.

"Vamos orar pedindo a Deus que fortaleça sua caminhada e lhe conceda sabedoria para continuar servindo ao povo maranhense. Também é importante que as pessoas reconheçam e apoiem aqueles que têm demonstrado trabalho, compromisso e dedicação com o desenvolvimento de nossa cidade e de nosso estado", declarou o pastor.

A missionária Diolinda Mendes também ressaltou a relevância da aproximação entre representantes da sociedade e as comunidades religiosas. "Considero muito importante essa proximidade porque nos permite conhecer melhor seus objetivos para a sociedade, compreender seus propósitos e avaliar se eles caminham em sintonia com os valores da nossa igreja e com os interesses da população", afirmou.


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terça-feira, 16 de junho de 2026

BLOG LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

ELEIÇÕES 2026

Orleans Brandão reúne pré-candidatos do MDB para alinhamento político

Reunião de Orleans Brandão com pré-candidatos | Foto: Divulgação.

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O PRÉ-CANDIDATO AO GOVERNO DO MARANHÃOOrleans Brandão, reuniu nesta terça-feira (16) os pré-candidatos do MDB à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa em São Luís para discutir a mobilização partidária visando as eleições de outubro. O encontro demonstrou a união dos emedebistas em torno do projeto político liderado por Orleans para o Maranhão.

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Participaram do encontro os pré-candidatos a deputados Neto Evangelista, Rui Jorge, Júnior Viana, Larissa DP, Bruna Pessoa, Daniela, Iracema Vale, Abigail Silva, Nathassia Weba, Vanessa Marreca, Ricardo Arruda, Guilherme Paz, Keké Teixeira, Francisco Nagib, Arnaldo Melo, Davi Brandão, Yuri Arruda, Osmar Filho, Ariston e Antônio Pereira, que disputarão vagas na Assembleia Legislariva e na Câmara Federal pelo MDB.

Ao final do encontro, Orleans Brandão destacou o alinhamento do partido e a importância da união dos pré-candidatos para a continuidade do trabalho liderado pelo governador Carlos Brandão.

“Tivemos uma ótima reunião de alinhamento aqui com o nosso partido. E o MDB é Orleans Brandão, juntos seguiremos avançando”, afirmou.

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O encontro integra a agenda de reuniões de Orleans Brandão com diferentes segmentos políticos e marca mais uma etapa da mobilização do MDB para as eleições de 2026.

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