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sexta-feira, 13 de março de 2026

PROTEÇÃO À MULHER | por Battista Soarez

PARLAMENTO

Assembleia Legislativa discute estratégias para fortalecer proteção às mulheres no Maranhão

Encontro “Do Debate à Ação: Construindo Novos Caminhos na Proteção das Mulheres” foi na tarde desta quinta-feira (12)

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Por:
Agência Assembleia
Fotos:
Agência Assembleia 

Plenário da ALEMA discute estratégias de proteção à mulher no Maranhão.

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A PROCURADORIA DA MULHER da Assembleia Legislativa do Maranhão promoveu, nesta quarta-feira (12), o encontro “Do Debate à Ação: Construindo Novos Caminhos na Proteção das Mulheres”, realizado no Auditório Gervásio Santos, o Plenarinho da Casa. A iniciativa foi conduzida pela deputada Dra. Vivianne (PDT) e reuniu representantes de diversas instituições para debater novas estratégias de prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher no estado.

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O evento teve como foco o diálogo, a escuta ativa e a construção de propostas voltadas ao fortalecimento e ao bem-estar das mulheres maranhenses. Participaram do encontro representantes do Ministério Público do Maranhão, da Polícia Civil do Maranhão, da Defensoria Pública, do Tribunal de Justiça, além de integrantes do Poder Executivo e procuradoras municipais do interior do estado.

Durante o encontro, um dos principais temas discutidos foi a criação do Observatório contra o Feminicídio no Maranhão, iniciativa que pretende reunir e divulgar dados sobre a violência contra a mulher no estado, contribuindo para o planejamento de políticas públicas mais eficazes.

Presidente da Assembleia, deputada Iracema Vale, destacou que o projeto já está em tramitação na Casa e que o momento atual é de debate e aperfeiçoamento da proposta

A presidente da Assembleia, Iracema Vale (MDB), destacou que o projeto já está em tramitação na Casa e que o momento atual é de debate e aperfeiçoamento da proposta.

Presidente da Assembleia, deputada Iracema Vale, destacou que o projeto já está em tramitação na Casa e que o momento atual é de debate e aperfeiçoamento da proposta
“Tramita na Casa um projeto de lei em parceria com a Defensoria Pública para criação do Observatório contra o feminicídio. Como o projeto está em tramitação, esse momento é de debate e discussão. A procuradora da Mulher da Casa, Dra. Vivianne, está provocando muitos debates sobre o assunto para que o observatório contemple de fato o que as mulheres esperam saber sobre as causas do feminicídio no estado”, afirmou.

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A deputada Dra. Vivianne explicou que a proposta do observatório é ampliar a transparência e facilitar o acesso da sociedade às informações sobre violência de gênero.

“Hoje, vamos fazer um debate sobre a criação do Observatório contra o feminicídio no Maranhão. É preciso que esses dados sejam transparentes, estejam compilados e atualizados mensalmente em uma plataforma. Que todos tenham acesso, principalmente legisladores e órgãos de proteção à mulher. Nosso papel hoje é discutir essa lei para que possamos implantá-la e, em um futuro próximo, ter acesso facilitado aos dados sobre a violência contra a mulher na palma da mão de todo cidadão”, destacou.

A diretora da Casa da Mulher Brasileira, Susan Lucena, também ressaltou a importância da Procuradoria da Mulher dentro do Legislativo estadual para o fortalecimento de políticas públicas voltadas às mulheres. “É muito importante falar da importância de uma Procuradoria da Mulher dentro da Casa Legislativa que representa o nosso estado. É aqui que se potencializa a luta por mais legislações que reflitam nossos direitos e que precisam ser efetivados todos os dias. Trazer quem executa as políticas públicas para discutir novas legislações e a articulação institucional é fundamental para melhorar os serviços”, pontuou.

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Além da discussão sobre o observatório, o encontro reforçou a necessidade de transformação das estruturas sociais, econômicas e políticas que ainda dificultam a igualdade de gênero. A iniciativa também destacou a atuação da educação, do empreendedorismo e das políticas públicas na ampliação de oportunidades, na promoção da autonomia feminina e na proteção dos direitos das mulheres.

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quinta-feira, 12 de março de 2026

COLUNA LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

COLUNA LEITURA LIVRE 
Por Battista Soarez
(Jornalista, escritor, sociólogo, teólogo e professor universitário)
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POLÍTICA VENAL
Caminhos da corrupção: uma complexa rede de crimes difícil de ser desvendada
Por que o problema da política brasileira não tem solução e uma incalculável quantidade do dinheiro público desce pelo esgoto da prevaricação. 

Foto: Divulgação

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NA COLUNA LEITURA LIVRE DE HOJE vou falar sobre os funcionamentos dos controles internos e externos dos poderes legislativos e executivos federal, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios e demonstrados nas suas verdadeiras submissões, resultando em prejuízos inestimáveis para a população brasileira. Há mais de 40 anos, eu venho observando os caminhos da insidiosa doença corrupção, e observo que nunca se teve um governo que pudesse dar um basta nos absurdos tantos e tantos (incomensuráveis, até) desvios de recursos públicos como, por exemplo, os ocorridos nos últimos anos (como no caso do "petrolão" e outros crimes). O recente caso ocorrido na prefeitura de Turilândia, no Maranhão, é apenas um pingo-d'água em meio a um lastimoso oceano de desvios do dinheiro público.

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Em todos os casos (em municípios, estados e no governo federal) houve desvios de imensuráveis recursos, os quais poderiam ter sido evitados, bastando, para isso, que seguissem as propostas apresentadas por especialistas como consta em livros e matérias de vários jornalistas como eu e outros. Aliás, nós, jornalistas políticos, sempre fomos a favor de que é preciso que as autoridades brasileiras se conscientizem sobre a importância de adotar medidas preventivas contra a corrupção para que se possa transmitir às crianças, aos adolescentes e aos jovens brasileiros, uma herança digna de elogios e de uma pátria da qual possam se orgulhar e seguir. Eu, por exemplo, sempre passei e passo para meus filhos os princípios da honestidade de que devem se equipar os cidadãos de bem para que possam construir uma sociedade melhor. Mas quem está disposto a se candidatar, pegar a caneta e assinar verdadeiros projetos de mudanças e moralização do país? Será que os cidadãos de bem querem se envolver com isso? Ou estarão dispostos a sofrerem com a pérfida administração dos maus políticos que estão nas casas legislativas, judiciárias e executivas?

A bandeira de combate à corrupção já foi instrumentalizada, em diversos momentos da história, para objetivos que nada têm a ver com essa causa. São muitos os exemplos de governos autoritários, por exemplo, que encontraram na luta contra a corrupção um jeito de sensibilizar a população, angariando seguidores para suas plataformas políticas, sem que houvesse, contudo, o menor compromisso de fato com uma certa agenda de combate à corrupção.

Atualmente, no período eleitoral brasileiro, a palavra corrupção tem aparecido com muita frequência durante debates, propagandas eleitorais e discursos dos candidatos. Infelizmente, na maioria das vezes, ela é usada para atacar o oponente ou nutrir promessas de que, caso o candidato ganhe a eleição, esse problema será resolvido em um passe de mágica. Mas, a cada mandato, as decepções são majestosas e as coisas continuam da mesma forma de sempre e cada vez piores.

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A experiência do Brasil — que conta com o conhecimento acumulado de fatos globais sobre corrupção há décadas, e que hoje é uma rede que está presente em muitos países  mostra que esse problema é muito complexo e que soluções eleitoreiras ou populistas passam longe de resolvê-lo.

Além de complexo, este deveria ser um tema que deve ser entendido como suprapartidário. A história política do Brasil mostra que — não importando o governo ou a cor da ideologia que esteja à frente do país  a corrupção sempre encontra um jeito de assaltar o dinheiro público e, o que é pior, roubar direitos da população. Até igrejas e pastores evangélicos se jogaram nesse tenebroso mar de corrupção. Ou seja, a população brasileira é roubada em todos os setores da sociedade.

E é disso que se trata essencialmente, ou seja, o combate à corrupção é uma luta por direitos. Percebe-se que onde sobra corrupção sempre falta dinheiro para atender a sociedade, sobretudo àqueles, por exemplo, que mais precisam da saúde pública ou os inúmeros alunos que sofrem na pele a escassez de recursos para a educação.

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Por isso, apresentamos algumas propostas, pensadas a partir da nossa experiência no campo do jornalismo político, que podem efetivamente fortalecer uma possível agenda anticorrupção nos próximos anos, independente do partido ou candidato que estejam à frente do país.

Diante do cenário de constante enfraquecimento de importantes conquistas institucionais e de políticas públicas da sociedade brasileira, numa possível agenda anticorrupção, podemos falar de propostas de reformas legislativas e boas práticas institucionais para virar esse jogo que atualmente presenciamos no cenário político brasileiro.

São caminhos que o Brasil pode adotar para retomar o combate efetivo à corrupção e garantir, dessa maneira, uma sociedade que seja mais justa, próspera e garantidora de direitos a toda a população, sobretudo àqueles que mais dependem da ação do Estado e por isso sofrem cotidianamente os prejuízos causados por estruturas corruptas. O que entendemos que pode ser feito?

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Primeiramente, uma lista tríplice vinculante para a nomeação da PGR. Segundo, um rigoroso controle democrático do Ministério Público e do Poder Judiciário. Em terceiro lugar, uma quarentena para a candidatura eleitoral de membros do Poder Judiciário, Ministério Público, Forças Armadas e Polícias. Depois, uma quarentena para a nomeação de Advogado-Geral da União e Procurador-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal.

Em seguida, seria necessária uma política nacional de dados abertos e compatibilização com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), seguida da extinção do Orçamento Secreto ou Emendas do Relator-Geral do Orçamento (RP9). Outro passo importante seria a transparência parlamentar e devido processo legislativo participativo. Aí, viria uma política de democratização do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas e do Fundo Partidário, seguida pela transparência e democracia interna nos partidos políticos.

Outra coisa necessária seria a extinção da competência criminal da Justiça Eleitoral, por várias razões. Em seguida, enfatiza-se o controle democrático do sistema de inteligência nacional e inventário geral das ferramentas de vigilância estatais. Aí, seria importante a proteção total e absoluta do denunciante.

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Outra questão importantíssima seria a recuperação do sistema de conselhos participativos de políticas públicas e instituição de política nacional de controle social da integridade pública. Institucionalização da Lei Orgânica da Controladoria-Geral da União e fortalecimento do controle interno. Estabelecimento de critérios de seleção dos ministros e conselheiros dos Tribunais de Contas. Redução do Foro Privilegiado. Regulamentação do lobby e criminalização da corrupção privada.

Outro ponto fundamental seria a regulamentação da advocacia privada em conformidade à Lei de Lavagem de Dinheiro. Transformação digital dos cadastros de terras e registros de imóveis. Recuperação do sistema de proteção ambiental e fortalecimento do combate à corrupção ambiental. Outra coisa fundamental seria uma séria Política Nacional contra conflito de interesses. Sabatina ou mecanismo compartilhado de escolha para chefia de órgãos de investigação, inteligência e controle estratégicos. Limitação das possibilidades legais de recebimento de verbas indenizatórias no Poder Judiciário e Ministério Público e, enfim, transparência do beneficiário final.

Essas políticas, de caráter público, devem ser debatidas e implementadas nas instituições públicas, sociais e no sistema social do Brasil em geral. Aliás, as instituições, as políticas públicas e legislações, voltadas ao enfrentamento da corrupção no Brasil, não são resultado da atuação de um grupo, partido político ou campo ideológico. Ao contrário de outras agendas duradouras da política, que são percebidas como tipicamente alinhadas a um campo ideológico da política brasileira como, por exemplo, a agenda de segurança pública, mais fortemente presente no campo conservador, ou a agenda de redução das desigualdades sociais, costumeiramente priorizada no campo progressista o discurso contra a corrupção é naturalmente cíclico. Partidos e grupos políticos, quando na oposição, tendem a reforçar sua preocupação com a corrupção, que invariavelmente se mostra presente em governos, em maior ou menor grau.

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Coalizões eleitas para governar, porém, nem sempre são indiferentes aos desafios dessas propostas, ainda que sua apropriação política seja mais comum por forças políticas de oposição. Ao longo dos últimos 34 anos, sob diferentes governos, o Brasil viu importantes inovações legais que contribuíram para aumentar a transparência do setor público, incentivar a adoção de políticas de integridade pelo setor privado, fortalecer mecanismos de detecção da corrupção e reduzir a impunidade. Algumas delas serão detalhadas em outra matéria desta coluna, com objetivo de evidenciar este longo processo de construção, que pode ser possível pela atuação conjunta das instituições democráticas brasileiras em torno desta pauta comum.

O amplo instrumental jurídico anticorrupção, disponível atualmente, é resultado de décadas de evolução legislativa e amadurecimento institucional. Sem dúvida, a Constituição Federal de 1988 representou o marco inicial nesse processo que, afinal, cimentou o regime democrático sem o qual nenhum esforço de prevenir e combater a corrupção pode ser bem sucedido. A pluralidade política, a separação e a independência dos três poderes, o fortalecimento das instituições de controle, a liberdade da imprensa são elementos basilares para a construção de um país menos corrupto e, portanto, mais justo.

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sexta-feira, 6 de março de 2026

PARLAMENTO | por Battista Soarez

PARLAMENTO

Por iniciativa de Mical Damasceno, sessão solene celebra Dia do Círculo de Oração, na Assembleia Legislativa do Maranhão
Presidida pela presidente da Casa, deputada Iracema Vale, a programação contou com orações, louvores e discursos de líderes religiosos.

Mical Damasceno e Isacema Vale falam ao plenário sobre a fé e o poder da oração | Foto: Ascom/Gabinete.

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CRISTÃOS DE DIVERSAS DENOMINAÇÕES evangélicas se reuniram na tarde desta sexta-feira (6) no plenário Nagib Haickel, da Assembleia Legislativa do Maranhão. O encontro celebrou o Dia do Círculo de Oração em uma sessão solene proposta pela deputada estadual Mical Damasceno (PSD).

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A cerimônia foi presidida pela presidente da Casa, a deputada Iracema Vale (MDB). O plenário, as galerias e o hall da Assembleia ficaram lotados de fiéis.

A programação contou com louvores, orações e discursos de líderes religiosos. As falas destacaram o poder da oração e o papel das mulheres que lideram os grupos do Círculo de Oração nas igrejas evangélicas.

A presidente da Assembleia, Iracema Vale, ressaltou a importância do movimento.
“São mulheres que fazem esse movimento. Para nossa felicidade, a data de sua fundação coincide com o mês das mulheres. Ver esta Casa cheia de pessoas que oram pelo Maranhão e pelas autoridades é muito bonito. Essa sessão é uma iniciativa da deputada Mical Damasceno, que representa o segmento evangélico no Parlamento”, afirmou.

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Autora da lei que reconheceu o Círculo de Oração como Patrimônio Cultural Imaterial do Maranhão, Mical Damasceno destacou o significado da celebração.
“Mais uma sessão solene em homenagem ao Círculo de Oração, um movimento que começou em Pernambuco e hoje se espalhou por todo o Brasil. Aqui vemos mulheres líderes que compreendem o poder da fé e do mover de Deus por meio da oração”, disse.

A sessão também contou com a participação especial da cantora gospel Alice Maciel, convidada pela deputada.
“É uma honra estar aqui para louvar e agradecer a Deus pelo Círculo de Oração. Nunca cantei em uma Assembleia Legislativa. Estar aqui ao lado dessas mulheres que servem a Deus na oração é uma grande bênção”, afirmou.

Um dos momentos mais marcantes do evento foi a apresentação musical da cantora. Com sua sanfona, Alice Maciel animou o público com canções como “Sua Presença” e “A Ordem é para Marchar”. Os louvores foram acompanhados por um grande coral formado pelos participantes.

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Entre os presentes estava Sebastiana Correia da Silva, integrante do Círculo de Oração da área 55. “A oração é algo muito especial que Deus nos deixou. Ela transforma a nossa vida. Essa celebração é muito importante”, declarou.

A sessão solene reforçou a importância do Círculo de Oração como movimento de fé, união e intercessão, especialmente entre mulheres cristãs que dedicam suas vidas à oração pelo Maranhão e pelo Brasil.

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terça-feira, 3 de março de 2026

COLUNA LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

COLUNA LEITURA LIVRE 
Por Battista Soarez
(Jornalista, escritor, sociólogo, teólogo e professor universitário)

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Você está preparado para a volta de Jesus?
O Apocalipse diz que Cristo voltará e sinais escatológicos, nos dias atuais, indicam que algo está para acontecer no universo.

Guerras e outros eventos chamam a atenção do mundo para a volta de Jesus Cristo | Foto: Divulgação.

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NUNCA O MUNDO, na história da humanidade, foi tão impactado por fenômenos apocalípticos como nos dias atuais. Agora já é o fim dos últimos dias e vários desastres têm ocorrido com frequência. Alguns eventos importantes dos últimos dias nas profecias bíblicas apareceram. A profecia em Apocalipse 22.12 afirma:Eis que cedo venho”. Por causa desta promessa do Senhor, temos ansiado e esperado pela segunda vinda de Jesus. Então, os sinais já se cumpriram e o retorno do Senhor já está às portas? Entender esta questão é muito importante para todos os cristãos e está diretamente ligado a se seremos ou não capazes de acolher o Senhor e sermos arrebatados para o reino dos céus. Na verdade, o Senhor Jesus já nos disse a resposta por meio de profecias bíblicas. Então, quais são os principais eventos do fim dos tempos nas profecias bíblicas?

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O primeiro sinal do retorno do Senhor: terremotos, fomes e guerras. Mateus 24.6-8 diz: “E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino; e haverá fomes e terremotos em vários lugares. Mas todas essas coisas são o princípio das dores”.

Nos últimos anos, guerras têm ocorrido com frequência, como a guerra civil em Mianmar em 2021 e a guerra Rússia-Ucrânia em 2022, que podem potencialmente aumentar e desencadear agitação global. Em 2023, o conflito Israel-Palestina intensificou ainda mais a situação no Oriente Médio, entre outros incidentes. E agora mesmo Irã, Israel e EUA estão em conflito e põem o mundo em alerta geral. Além disso, pandemias globais continuam a causar estragos, e desastres naturais como terremotos, incêndios, inundações e erupções vulcânicas estão ocorrendo um após o outro.

Em fevereiro de 2023, um terremoto de magnitude 7,8 atingiu a Turquia e a Síria. Em abril de 2024, um terremoto de magnitude 7,2 atingiu Hualien, Taiwan, enquanto o Japão sofreu 155 terremotos durante o mesmo ano, com a maior magnitude atingindo 7,6. Além disso, as mudanças climáticas levaram a ocorrências mais frequentes de eventos climáticos extremos. Por exemplo, em julho de 2023, fortes chuvas atingiram a Índia, causando inundações e danos generalizados. Em 2024, o Brasil sofreu sua pior enchente em 83 anos. Em janeiro de 2022, uma enorme erupção vulcânica subaquática em Tonga desencadeou um tsunami devastador. Além disso, o ciclone tropical Freddy atingiu Madagascar, Malawi e Moçambique de fevereiro a março de 2023, tornando-se um dos ciclones tropicais mais duradouros já registrados. Além disso, cientistas alertaram que a maior “bomba-relógio” da Terra — o supervulcão de Yellowstone — pode entrar em erupção a qualquer momento, e as consequências seriam inimagináveis. A lista continua. A partir desses sinais, pode-se ver que essa profecia bíblica foi cumprida.

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O segundo sinal do retorno do Senhor: o surgimento de anomalias celestiais. Apocalipse 6.12 diz: “E vi quando abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue”. Joel 2.30–31 diz: “E mostrarei prodígios no céu e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor”. Nos últimos anos, houve vários momentos em que a lua ficou vermelha como sangue. Por exemplo, houve uma série de quatro “lua de sangue” num período de dois anos, em 2014 e 2015, e, em 31 de janeiro de 2018, houve uma “superlua azul de sangue”, que ocorre apenas uma vez a cada 150 anos. Depois surgiu uma “superlua de sangue de lobo” em janeiro de 2019. Uma “superlua de sangue” ocorreu em 26 de maio de 2021, e em 8 de novembro de 2022, outra lua de sangue apareceu.

O fenômeno profetizado do sol ficando preto também apareceu e, de fato, houve muitos eclipses solares totais, como o eclipse solar total em Cingapura em 26 de dezembro de 2019, no Chile em 2 de julho do mesmo ano, um raro eclipse solar total na América do Sul em 14 de dezembro de 2020, um eclipse solar híbrido incomum em 20 de abril de 2023 e um eclipse solar total nos Estados Unidos em 8 de abril de 2024, etc. O cumprimento dessa profecia bíblica é evidente nesses fenômenos.

O terceiro sinal do retorno do Senhor: as igrejas estão desoladas e o amor dos crentes esfriou. Mateus 24.12 diz:E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”. A desolação está se espalhando por todo o mundo religioso. A pregação de pastores e presbíteros se banalizou e caiu no lugar-comum, incapaz de prover aos crentes. Em sua disputa por status, alguns pastores estão formando camarilhas e criando facções nas igrejas, e alguns até mesmo abriram negócios, montando fábricas para conduzir os crentes na senda secular; enquanto isso, entre os crentes há uma falta de confiança generalizada e uma relutância em se separar do mundo e vivem em suas complicações exaustivas. Algumas igrejas aparentam estar lotadas e animadas, mas muitos frequentam a igreja apenas para expandir sua rede de contatos e vender produtos, usando-a como um local de comércio. Qual é a diferença entre uma igreja atual e um templo no final da Era da Lei? Nessas coisas é evidente o cumprimento total dessa profecia do retorno do Senhor.

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O quarto sinal do retorno do Senhor: o surgimento de falsos cristos. Mateus 24:4–5 diz: “Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão”. Essa profecia do Senhor indica que, quando Ele retornar, surgirão falsos cristos enganando as pessoas. Nos últimos anos, falsos cristos têm surgido e enganado as pessoas em países como China, Coréia do Sul e Japão. Esses falsos cristos não possuem a essência de Cristo nem podem proclamar a verdade, mas assim mesmo afirmam ser Cristo. O cumprimento dessa profecia é evidente nisso.

O quinto sinal do retorno do Senhor: a restauração de Israel. Mateus 24.32−33 diz: Aprendei, pois, da figueira a sua parábola: Quando já o seu ramo se torna tenro e brota folhas, sabeis que está próximo o verão. Igualmente, quando virdes todas essas coisas, sabei que ele está próximo, mesmo às portas”. Muitos que creem no Senhor sabem que os tenros ramos e folhas da figueira se referem à restauração de Israel. Quando Israel for restaurado, o dia do Senhor estará próximo, e Israel foi restaurado em 14 de maio de 1948. Obviamente, essa profecia do retorno do Senhor foi integralmente cumprida.

O sexto sinal do retorno do Senhor: a divulgação do evangelho aos confins da terra. Está registrado em Mateus 24.14: “E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”. Em Marcos 16.15, o Senhor Jesus disse a Seus discípulos após a Sua ressurreição: “Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura”. Depois que Jesus ressuscitou e subiu ao céu, o Espírito Santo começou a orientar aqueles que seguem o Senhor Jesus a dar testemunho dEle. Hoje, os cristãos se espalharam por todo o mundo e muitos países democráticos adotaram o cristianismo como religião de estado. Mesmo na China, onde o partido no poder é ateu, dezenas de milhões de pessoas aceitaram o evangelho do Senhor Jesus, e isso mostra que o evangelho da redenção da humanidade por meio do Senhor Jesus se espalhou por todo o mundo. É evidente, então, que a profecia do retorno do Senhor foi cumprida. Logo, é fato que o arrebatamento da igreja está prestes e, pelo que está acontecendo, o sistema do Anticristo começou operacionalizar em janeiro de 2023. Agora, vamos aguardar o vai acontecer no planeta Terra entre julho e setembro de 2027.

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Como devemos acolher o retorno do Senhor? A partir dos fatos listados acima, podemos ver que seis sinais do retorno do Senhor já surgiram. Agora é o momento crítico no acolhimento do seu retorno. O que devemos fazer antes de podermos acolher o retorno do Senhor? O Senhor Jesus nos deu a resposta a essa pergunta há muito tempo.

Em João 16.12−13, o Senhor Jesus disse: “Ainda tenho muito que vos dizer; mas vós não o podeis suportar agora. Quando vier, porém, Aquele, o Espírito da verdade, Ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por Si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras”. Apocalipse 3.20 diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele Comigo”. Há também muitas profecias nos capítulos 2 e 3 de Apocalipse: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas”. Como se vê nesses versículos, quando o Senhor retornar, Ele dará declarações e falará às igrejas, nos dizendo todas as verdades que não entendíamos antes. Aqueles que, ao ouvirem o discurso de Deus e reconhecerem a Sua voz, O aceitarem e se submeterem a Ele, serão capazes de acolher o Senhor e participar da festa do Cordeiro; aqueles que não reconhecem a voz de Deus, por outro lado, certamente não serão as Suas ovelhas e serão expostos e eliminados por Ele. É evidente nisso que, quando aguardamos a vinda do Senhor, é fundamental que encontremos as palavras do Espírito Santo nas igrejas e aprendamos a ouvir a voz de Deus. Como o Deus Todo-Poderoso diz: “Uma vez que estamos buscando as pegadas de Deus, cabe a nós buscar a vontade de Deus, as palavras de Deus, Suas declarações — pois onde quer que haja novas palavras ditas por Deus, a voz de Deus está ali, e onde quer que haja passos de Deus, os feitos de Deus estão ali. Onde quer que haja a expressão de Deus, ali Deus aparece, e onde quer que Deus apareça, ali existem o caminho, a verdade e a vida” (A Palavra, vol. 1: A aparição e a obra de Deus, “Apêndice 1: A aparição de Deus inaugurou uma nova era”).

Ao ouvir isso, algumas pessoas podem perguntar: “Então, aonde devemos ir para encontrar a voz de Deus?” Em Mateus 25.6, o Senhor Jesus disse: “Mas à meia-noite ouviu-se um grito: Eis o noivo! saí-lhe ao encontro!” Visto que o Senhor chama Suas ovelhas com Suas declarações e discursos, certamente haverá pessoas que ouvirão a voz do Senhor primeiro e seguirão os passos do Cordeiro, para depois anunciar por toda a parte, “Eis o noivo”, espalhando a notícia do retorno do Senhor e as palavras de Sua segunda vinda, para que todos tenham a chance de ouvir a voz de Deus. Diz-se, portanto, que para ser capaz de acompanhar os passos do Cordeiro, é preciso ter um coração que deseja buscar a Ele e saber reconhecer a voz de Deus.

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 Assim como quando o Senhor Jesus se manifestou pela primeira vez e começou a realizar a obra, e Pedro, Maria e outros reconheceram o Senhor Jesus como o Messias por meio de Sua obra e palavras e O seguiram e começaram a dar testemunho de Seu evangelho. Os que ouvem a obra e as palavras do Senhor Jesus e são capazes de reconhecer a voz de Deus são as virgens sábias, enquanto os sacerdotes, escribas e fariseus que não amavam a verdade ouviram a autoridade e o poder das palavras do Senhor Jesus, mas não os investigaram. Em vez disso, aderiram obstinadamente às suas noções e imaginações, acreditando que “aquele que não é chamado de Messias não é Deus” e aguardando o Messias se manifestar a eles. Eles até condenaram a obra do Senhor Jesus e blasfemaram contra ela e, no final, perderam a salvação de Deus.

Há também os crentes judeus que seguiram os fariseus e não distinguiram a voz de Deus na obra e nas palavras do Senhor Jesus, que ouviram cegamente os sacerdotes, escribas e fariseus e rejeitaram a salvação do Senhor. Essas pessoas se tornam as virgens tolas que são abandonadas pelo Senhor. Algumas pessoas podem perguntar: “Então, como se pode distinguir a voz de Deus?” Na verdade, isso não é difícil.

As declarações e palavras de Deus não podem ser expressas pelo homem. Devem ser particularmente autoritárias e poderosas. Serão capazes de desvendar os mistérios do reino dos céus e revelar a corrupção do homem, e assim por diante. Todas essas palavras são verdades e todas podem ser a vida do homem. Qualquer pessoa que tenha coração e espírito sentirá isso ao ouvir a palavra de Deus e terá confirmado em seu coração que o Criador está falando e proferindo Suas palavras a nós, humanos. As ovelhas de Deus ouvem a Sua voz. Se tivermos certeza de que essas palavras são a voz de Deus, então devemos aceitá-las e obedecê-las, por mais que contradigam nossas noções. Somente assim podemos acolher o retorno do Senhor.

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Atualmente, apenas A Igreja do Deus Todo-Poderoso dá testemunho de que o Senhor — Deus Todo-Poderoso encarnado — já está retornou. Deus Todo-Poderoso já proferiu milhões de palavras e essas palavras são publicadas na Internet para que pessoas de todos os países e modos de vida possam analisá-las. Uma a uma, as muitas pessoas de cada nação que anseiam pela verdade têm esperança de ouvir a voz de Deus e acolher o Senhor. Como está escrito na Bíblia: “Eis o noivo! saí-lhe ao encontro!” Se simplesmente lermos mais palavras proferidas por Deus Todo-Poderoso, buscando discernir se são a voz de Deus, seremos capazes de discinir que o Senhor está voltando. Como o Senhor Jesus disse em João 10.27: As Minhas ovelhas ouvem a Minha voz, e Eu as conheço, e elas Me seguem”. Eu acredito que, desde que tenhamos um coração que busque humildemente, seremos capazes de reconhecer a voz de Deus e acolher o retorno do Senhor.

A maior esperança de um cristão verdadeiro é a volta de Cristo. Pedro, em sua segunda carta no capítulo 3, versículo 12, diz que devemos aguardar e desejar pelo dia da vinda de Cristo. De fato, todo cristão verdadeiro anseia pelo dia em que Jesus Arrebatará sua Igreja para estar com Ele para sempre. Em 2 Timóteo 4.8 diz que Jesus virá para os que amam a Sua volta.

A Bíblia nos ensina que no momento do arrebatamento nossos corpos serão transformados. Assim como nosso corpo terreno não pode herdar o reino de Deus, nada do que é material herdará o reino de Deus. Dinheiro, bens, roupas, nada disso iremos levar para o céu. Por isso precisamos nos desprender de tudo aquilo que é material. Em sua opinião, o que mais tem prendido o cristão neste mundo.

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Jesus vai voltar num momento que ninguém espera (Mateus 24:37-42 e v.44). O Filho do homem virá na hora em que ninguém estará esperando..... Muitos acham que a volta de Cristo será precedida por algum evento sobrenatural, mas a Bíblia nos ensina que será como nos dias de Noé, quando comprovam, vendiam, casavam... até o dia em que Noé entrou na arca. A vinda de Jesus também será assim.

A volta de Jesus vai pegar muitos cristãos despreparados (Mateus 25:1-13). Na parábola contada por Jesus, as 10 virgens representam a Igreja. Embora todas fossem virgens (igreja), metade não estava preparada para a vinda do noivo. Muitas pessoas que hoje estão dentro da igreja, infelizmente não vão subir no arrebatamento por que suas lâmpadas estão apagadas. Falta o azeite (símbolo do Espírito Santo).

Jesus voltará para buscar uma Igreja irrepreensível (1Tessalonicenses 5.23) O texto indicado aqui diz que devemos conservar todo nosso espírito, alma e corpo irrepreensíveis para a vinda de Jesus. Aqueles que querem realmente encontrar-se com Jesus, precisam se santificar completamente dos desejos da carne e dos prazeres deste mundo, para fazerem parte da Igreja Gloriosa, sem mácula, nem ruga, mas santa e irrepreensível (Efésios 5.27).

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A volta de Cristo tem que ser a maior esperança para o Cristão. Que possamos, a cada dia, pedir para Deus nos ajudar a nos desprendermos deste mundo tenebroso e buscarmos, como prioridade, a santificação, aguardando e desejando a volta de Cristo. Os pregadores do Evangelho precisam deixar de se preocupar com dinheiro e poder e se voltarem para a instrução a respeito da volta de Jesus Cristo. Pelo que se vê acontecendo no planeta Terra, tudo já está pronto. E, portanto, quem for limpo limpe-se mais, e quem for sujo, suje-se mais (Apocalipse 22.11).

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