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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

COLUNA LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

COLUNA LEITURA LIVRE 
Por Battista Soarez
(Jornalista, escritor, sociólogo, teólogo e professor universitário)
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A política de 2026 e os destinos do Brasil e do Maranhão
Como a sociedade é "tangida" e usada nas manobras eleitorais e de governabilidade.

As eleições de 2026 exigem articulação estratégica e integralidade na conjuntura política | Foto: Divulgação.

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HOJE LI UM ARTIGO ESCRITO por um blogueiro, cujo conteúdo defende a senadora Eliziane Gama, com uma falta de lógica sem explicação. Pelo que li, o nobre autor do artigo não entende muito de política nem de Bíblia, já que ele diz, no seu texto, que a senadora deve ser respeitada simplesmente pelo fato de ela ser autoridade, já que, segundo ele, a Bíblia menciona que toda autoridade é constituída por Deus (Romanos 13.1-7). Ele deixou de considerar, no entanto, que a frase bíblica indica que o princípio da autoridade governamental é instituído por Deus para manter a ordem e promover o bem, a justiça e a paz social. E não para gerar conformismo situacional e aceitação de indivíduos perversos e injustos governando sobre o povo.

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Talvez, em relação ao blogueiro defensor de Eliziane Gama, haja alguma barganha midiática — o que, por certo, é normal, uma vez que os comunicadores estudam e trabalham para ganhar dinheiro — que o leva a criar um discurso midiático controverso em favor da senadora, obscurecendo os fatos reais que justificam sua queda na preferência dos eleitores, inclusive perante a igreja. Enquanto isso, a deputada Mical Damasceno (PSD) desponta para uma vaga no Senado Federal. Tudo indica que ela será eleita.

Preciso explicar que, embora o texto bíblico citado pelo referido blogueiro sugira obediência e respeito às leis e às autoridades (e não existe autoridade sem lei), a interpretação não se pode aplicar em relação a governos injustos com suas ações maléficas. Aqui, a ideia principal vem das cartas de Paulo e Pedro, que instruem a sujeição às autoridades, pois quem se rebela contra a autoridade, rebela-se contra a ordem estabelecida por Deus. As autoridades, propositalmente, são vistas como "ministros de Deus" para promover o bem, a justiça social, punir o mal e manter a ordem social. O problema é que a senadora Eliziane Gama se rebelou contra os princípios pregados pela igreja a que ela pertence.

Portanto, nem todos os governos ou governantes são divinamente escolhidos individualmente, mas a existência da estrutura de poder é permitida. A obediência não é cega se a autoridade ordenar desobediência a Deus. Líderes piedosos devem exercer o poder com responsabilidade, não de forma arbitrária. Em resumo, a autoridade é constituída para garantir o bom funcionamento da sociedade, exigindo respeito à posição ocupada, independentemente de concordância com o governante. A autoridade, portanto, é o instituto legal (inclusive as leis) da administração pública e não a pessoa do indivíduo que está na cadeira do poder, sendo, muitas vezes, um mal administrador ou um péssimo operador da justiça. A Bíblia, como a palavra de Deus, não apoia a coexistência do mal.

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Diante disso, quero ventilar que o ano de 2026 será, mais uma vez, decisivo para os rumos políticos e institucionais do Brasil. E o mesmo princípio é válido para o Maranhão. Mas precisa que as articulações sejam bem costuradas. Com a realização de eleições gerais, o país escolherá presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Assim, o calendário impõe uma dinâmica própria ao Legislativo e ao Executivo, marcada por uma polarização crescente, rearranjos políticos e agendas legislativas intermitentes, alternando períodos de baixa produtividade com semanas de esforço concentrado. No geral, a esquerda deverá combinar estratégias políticas, financeiras e judiciárias no âmbito dos tribunais eleitorais para garantir vantagens pretendidas. As pesquisas, na sua maioria compradas, já estão adiantando os resultados das eleições, para carimbar na cabeça dos eleitores a ideia das vantagens de quem o sistema quer eleger.

No centro da disputa estará a eleição presidencial. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece hoje (com 39,8%) como favorito à reeleição, ancorado na força de sua presença nacional e na retomada recente de sua popularidade, segundo diversos institutos de pesquisa. A oposição, por sua vez, segue fragmentada. A figura do ex-presidente Jair Bolsonaro ainda mobiliza um eleitorado expressivo, mas sua inelegibilidade dificulta a organização de uma candidatura unificadora no campo conservador e sua indicação para que Flávio Bolsonaro (PL), com 33,1%, seja candidato ainda não é unanimidade na direita. Depois de Lula e Flávio, vêm outros nomes de baixa expressividade. Sem muita importância. A tendência, no cenário geral, é de que a eleição de 2026 mantenha o traçado central da política brasileira nos últimos anos, isto é, a polarização como estrutura dominante, mesmo que sob novas roupagens, em uma disputa aberta para ambos os lados.

Por conseguinte, outro ponto de atenção será a disputa por vagas no Senado Federal. Dois terços da Casa estarão em jogo, e o pleito ganhará destaque em razão do movimento do governo de lançar diversos ministros como candidatos. Ao menos 20 nomes da Esplanada são cotados para disputar cargos eletivos, com foco especial nas vagas ao Senado. A estratégia busca ampliar a base de apoio no Congresso Nacional a partir de 2027, em um movimento que também mobiliza a oposição, que mira o Senado como espaço institucional prioritário para conter ou redirecionar agendas do Executivo e do Judiciário.

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A Câmara dos Deputados e as assembleias legislativas estaduais também passarão por renovação. No Congresso Nacional, espera-se que 2026 seja um ano de funcionamento escalonado. A agenda legislativa deverá ser organizada em torno de semanas de esforço concentrado, voltadas à votação de matérias previamente articuladas pelas lideranças partidárias. Nesse cenário, as pautas com maior consenso político tendem a avançar, enquanto temas mais sensíveis deverão ser postergados ou negociados em ritmo mais lento.

Entre os temas com maior probabilidade de destaque estão a PEC da segurança pública, o projeto de lei que trata do combate a facções criminosas, a regulação da inteligência artificial (com certa cautela) e a proposta de um regime tributário diferenciado para data centers, tema que mobiliza setores de infraestrutura digital e economia de inovação. No Senado, poderá entrar em pauta a sabatina de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, cujo processo ainda depende de articulação política para avançar, após resistência inicial à sua indicação por parte de lideranças da Casa.

O ambiente político de 2026 será, portanto, marcado por uma combinação de disputa intensa e negociações estratégicas. De um lado, o Executivo buscará preservar capital político e ampliar sua base legislativa. De outro, o Congresso operará com foco no calendário eleitoral, o que impõe desafios à aprovação de projetos estruturantes. Para o setor produtivo, 2026 será um ano de atenção redobrada. Embora os ciclos eleitorais imponham incertezas, também abrem espaço para reposicionamentos e oportunidades de médio prazo.

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Reunida nesta quinta-feira, 29, a Comissão Executiva Nacional do PT aprovou uma resolução em que define o ano de 2026 como decisivo para o futuro do país. “É o ano para reafirmar que o Brasil escolhe a democracia, a justiça social, a soberania nacional e o futuro. E essa escolha passa, necessariamente, pela reeleição do presidente Lula, pela eleição de muitos(as) governadores(as) e de uma maioria parlamentar na Câmara e no Senado comprometida com esse projeto e pela derrota definitiva do bolsonarismo como projeto de poder”, diz trecho do documento.

Os dirigentes partidários afirmam que a eleição presidencial deste ano será histórica e que a recondução de Lula é estratégia para derrotar o bolsonarismo, “vertente brasileira do fascismo”, que defende projetos antinacionais e antipovo. Em contrapartida, a reeleição de Lula é o caminho “para aprofundar as transformações iniciadas no Brasil, voltadas à superação das desigualdades e a um novo projeto de desenvolvimento nacional, soberano, sustentável e inclusivo”. “Nossa tarefa não é apenas eleitoral, mas política, social e organizativa”, concluiu a Comissão Executiva Nacional.

Além de alertar para a conexão da extrema direita brasileira a uma “rede internacional que combina desinformação em larga escala, manipulação algorítmica, mobilização pelo medo, ataques às instituições democráticas e financiamento transnacional”, o partido também aponta para a necessidade de manter o país “no rumo do crescimento com distribuição de renda, justiça social e responsabilidade fiscal” alcançados com Lula. A Executiva Nacional destaca, ainda, que sob Lula o Brasil retomou “protagonismo internacional”.

Se no cenário nacional corremos o risco de continuar com Lula ou eleger Flávio Bolsonaro, no Maranhão a disputa parece ir para o segundo turno com Eduardo Braide e Lahésio Bonfim. Lahésio parece ter mais possibilidade, já que Braide está assinando acordo sujo com a esquerda que parece empurrá-lo para baixo. A esquerda, não fosse o eleitorado pobre que sobrevive a contento de migalhas sociais e se conforma com isso, estaria sem chances. É esperar para ver.

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domingo, 25 de janeiro de 2026

COLUNA LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

COLUNA LEITURA LIVRE 
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Por Battista Soarez
(Jornalista, escritor, sociólogo, teólogo e professor universitário)

O PAPEL DA MULHER SÁBIA
O que a Bíblia diz sobre tipos de esposa dentro de casa

Imagem meramente ilustrativa | Foto: Divulgação.

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VIVEMOS NUMA SOCIEDADE em que os valores estão alterados. Por exemplo, as mulheres, nos dias de hoje, não respeitam mais os seus maridos. A Bíblia, entretanto, nos ensina o caminho correto das relações maritais. Mostra que, na administração do lar, a mulher sensata edifica sua casa enquanto a insensata joga no abismo todas as oportunidades de fazer da sua casa um ambiente seguro e harmonioso.

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Provérbios diz que a mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola com as suas próprias mãos a destrói. Este verso bíblico nos leva para outro ponto das Escrituras que diz que "é melhor morar numa casa com goteiras do que com uma mulher rixosa". Este texto é uma variação popular de um provérbio bíblico veterotestamentário encontrado em Provérbios 21.9 (e também em Provérbios 27.15), que compara a irritação constante de uma mulher briguenta com o pingar incessante de uma goteira, sugerindo que a paz, mesmo em condições adversas (como um canto de telhado ou um deserto), é preferível a convivência com discórdia e conflito, isto é, um ambiente tóxico que afeta a saúde mental e espiritual das pessoas.

A origem deste tema bíblico, portanto, é Provérbios 21.9, que diz: "Melhor é morar num canto do eirado (telhado) do que com a mulher rixosa (briguenta) numa casa ampla".

Por conseguinte, em Provérbios 27.15 ensina que "o gotejar contínuo no dia de grande chuva e a mulher rixosa, um problema e outro são semelhantes".

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O significado do texto passa por um contraste, em que a ideia principal é que a irritação e o estresse causados por uma pessoa constantemente em conflito (rixosa/briguenta) são tão prejudiciais quanto uma goteira que não para, tornando o ambiente insuportável, mesmo em uma casa grande e confortável. Porém, uma casa cheia de goteiras é melhor.

Na cultura moderna, pelo menos no Brasil, os contributivos da mulher insensata para a desestabilização do lar são ingnorados. O homem sempre é o vilão. No entanto, segundo a Bíblia, a preferência de morar sozinho em um lugar simples, como o canto de um telhado ou um deserto, seria mais pacífico do que conviver em constante discórdia com uma mulher briguenta, destacando a importância da paz interior e de um lar harmonioso.

Em resumo, o provérbio em questão é um sábio conselho sobre a importância da paz no lar, comparando a discórdia com um incômodo persistente (a goteira) e a solidão pacífica com uma bênção maior do que a vida em conflito. E isto está acima de qualquer pensamento religioso conservador.

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Como pastor e conselheiro, tenho ouvido muitos casais e tenho pregado em igrejas onde têm muitos problemas dessa natureza. E, aí, a primeira coisa que eu faço é ouvir o casal: a esposa e o marido individualmente.

Imagine um pastor ser convidado para tomar um café na casa de uma mulher que alegou estar passando por crises no casamento. A mulher expôs todos os defeitos do marido, enquanto fazia o café com água de torneira e passava manteiga no pão, segurando-o sem guardanapo.

--- Sabe, pastor, ele reclama de tudo. O senhor entende?

O marido, no entanto, saía todos os dias bem cedo para trabalhar e, assim, garantir o sustento da família. Mas para aquela mulher tola o esforço do marido não tinha nenhum significado. Reconhecimento zero.

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Então, pensei: não tem marido que aguenta esse tipo de mulher. Nenhum lar consegue se manter de pé com esse tipo de esposa sem sabedoria, que fala mal do marido para as pessoas e esconde as qualidades daquele que provê o lar e garante a segurança da família.

Mas está claro que o papel de edificar o casamento é da mulher. Enquanto o de trabalhar para prover o lar é do homem. Mulher briguenta e arrogante desestabiliza o marido e, consequentemente, destrói seu próprio lar.

--- Quer mais café, pastor? --- perguntava aquela mulher, esfregando as mãos (que pegavam os pães) no quadril da saia.

Enfim, o que dá força para o marido continuar protegendo a família é o reconhecimento da mulher sábia. Uma mulher que sabe refrear sua língua e ser agradável, ante quaisquer motivos de desavença, é uma verdadeira administradora que transforma o lar num ambiente feliz e harmonioso, levando o marido a trabalhar com absoluta satisfação em favor da integralidade da família. A mulher tola, no entanto, faz tudo ao contrário.

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

POLÍTICA | por Battista Soarez

POLÍTICA

“População deseja renovação no senado federal”, diz Mical Damasceno
Em entrevista à TV Difusora, deputada critica estrelismo político e defende renovação no cenário político nacional.

Mical Damasceno em entrevista à TV Difusora | Foto: ASCOM/Gabinete 

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A DEPUTADA ESTADUAL MICAL DAMASCENO (PSD) concedeu, nesta quinta-feira (22), uma entrevista ao Programa Hora D, da TV Difusora. Durante a conversa, a parlamentar falou sobre fé, política e sua pré-candidatura ao Senado Federal.

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Mical destacou a importância de uma atuação cristã no Senado. Segundo ela, desde o primeiro mandato, foi eleita para representar o segmento evangélico. O foco, segundo a deputada, sempre foi defender a liberdade religiosa, a família e os princípios cristãos.

Ela afirmou que existem leis que afrontam esses valores. Por isso, considera essencial ocupar espaços de poder para combater esse tipo de proposta.

Durante a entrevista, Mical também contou sua trajetória pessoal.
Ela nasceu em Anajatuba, na Baixada Maranhense, em um lar cristão.
É filha de pastor e cresceu acompanhando o ministério do pai.

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A deputada passou parte da infância em Magalhães de Almeida, no Baixo Parnaíba. Depois, a família se mudou para Viana, onde ela atua até hoje.

Sobre a entrada na política, Mical disse que vê a vida pública como um chamado de Deus. A primeira experiência foi em 2008, quando concorreu ao cargo de vereadora em Viana. Apesar de não ter sido eleita, ela afirmou que entendeu aquele momento como parte do processo.

Em 2014, disputou uma vaga como deputada federal. Teve mais de 10 mil votos e ganhou ainda mais motivação.
Já em 2018, foi eleita deputada estadual pela primeira vez.

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Atualmente em seu segundo mandato, Mical explicou como surgiu a pré-candidatura ao Senado.

Segundo ela, a decisão nasceu do anseio popular. A deputada afirmou que percorre quase todo o Maranhão e já visitou mais de 200 municípios.

De acordo com Mical, muitas pessoas cobram uma nova representatividade no Senado. Ela citou a crise de confiança e os constantes escândalos envolvendo políticos. Para a parlamentar, há um sentimento claro de falta de representação.

“Foi ouvindo o povo que tivemos coragem de nos lançar como pré-candidata”, afirmou.

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Mical acredita que a eleição de 2026 será diferente. Segundo ela, haverá espaço para novos nomes e alternativas políticas. Ela defendeu o fim do “estrelismo político” e a aproximação real com a população.

Ao final da entrevista, deixou uma mensagem aos maranhenses.
Pediu que o povo não perca a esperança. Disse que a eleição de 2026 será decisiva no combate à corrupção.

“É preciso analisar bem os nomes. O povo quer contato, quer presença e quer ser representado de verdade”, concluiu.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

MARANHÃO | por Battista Soarez

 MARANHÃO

Brandão inicia implantação e ampliação do sistema de esgotamento sanitário de São Luís

Com investimentos de R$ 75 milhões, governo do estado investe nos sistemas São Francisco e Vinhais

Governador Brandão (centro) exibe placa da obra | Foto: Divulgação

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O GOVERNADOR CARLOS BRANDÃO autorizou, nesta terça-feira (20), o início das obras de implantação e ampliação do sistema de esgotamento sanitário de São Luís, com foco nos sistemas São Francisco e Vinhais. A autorização para o início dos serviços marca mais um avanço do governo do Maranhão na ampliação do saneamento básico e na melhoria da balneabilidade das praias da capital.

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Com investimento de R$ 75 milhões, em parceria com o governo do presidente Lula, as obras vão beneficiar cerca de 30 bairros e incluem a construção de três novas estações elevatórias, a implantação de mais de 12 quilômetros de interceptores, cerca de 27 quilômetros de rede coletora e mais de 3.600 novas ligações domiciliares.

Ao anunciar a obra, o governador Carlos Brandão destacou o impacto direto da iniciativa na vida da população. “A obra vai trazer quilômetros de rede, três estações elevatórias e mais de três mil ligações domiciliares. É um grande avanço que vai beneficiar mais de 30 bairros e representa um passo muito importante para o saneamento básico de São Luís”, afirmou.

As novas estações elevatórias serão implantadas na Base Aérea, Ponta do Farol e Cohafuma, ampliando a capacidade de coleta e direcionamento do esgoto para tratamento adequado. Com as intervenções, a expectativa é que a cobertura da rede de coleta de esgoto em São Luís passe de cerca de 55% para aproximadamente 70%, enquanto o índice de tratamento pode alcançar 80% ao final das entregas.

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O presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), Marcos Aurélio, ressaltou que os investimentos são resultado da parceria entre os governos estadual e federal. “Além desse investimento, nós temos mais R$ 75 milhões em outras obras, o que totaliza cerca de R$ 150 milhões em ações em andamento. Isso mostra o compromisso do governador Carlos Brandão, do presidente Lula e do ministro das Cidades, a melhorando a balneabilidade das praias”, destacou.

Já o secretário de Estado do Meio Ambiente, Pedro Chagas, enfatizou os reflexos ambientais e sociais do saneamento. “Tivemos um crescimento de cerca de 70% na qualidade da água das praias da Grande Ilha. Quando falamos de saneamento, falamos de saúde pública, proteção ambiental, preservação das nossas belezas naturais e fortalecimento do turismo”, afirmou o secretário.

O governo do Maranhão segue avançando com um conjunto de obras estruturantes que integram saneamento, meio ambiente e desenvolvimento urbano, consolidando um novo momento para São Luís, com praias mais limpas, mais saúde e melhor qualidade de vida para a população.

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Outros investimentos do governo do Maranhão em saneamento:

- Mais de R$ 75 milhões em recursos do estado para a recuperação e ampliação das Estações de Tratamento de Esgoto do Bacanga, Anil, Vinhais e Ponta d'Areia.

- Obras na região da Avenida dos Africanos em fase final, ampliando a coleta de esgoto em bairros como Coroado e João Paulo.

- Ampliação contínua da rede de esgotamento sanitário para reduzir a poluição e melhorar a balneabilidade das praias de São Luís.


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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

COLUNA LEITURA LIVRE | por Battista Soarez

COLUNA LEITURA LIVRE 
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Por Battista Soarez
(Jornalista, escritor, sociólogo, teólogo e professor universitário)


Para que servem os dominantes em quem votamos?
Os políticos se utilizam do voto da população para subirem ao poder e abocanharem o dinheiro público em prol de seu próprio enriquecimento.

Imagem meramente ilustrativa | Foto: Divulgação.

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AFINAL, PARA QUE SERVEM OS POLÍTICOS em quem votamos?

Esta é uma pergunta que requer uma resposta extensa e complexa ao mesmo tempo. O povo confia, vota e sofre grande decepção, quando vê que elegeu ladrões para se apossarem do dinheiro público e não fazerem nada de benéfico pela nação. Além disso, passam quatro anos brigando como cães e gatos.

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Mas por que os políticos roubam? Como jornalista há quarenta anos, sempre trabalhando no meio político, percebo que, no Brasil, políticos roubam por uma combinação de ganância, poder, falta de fiscalização e sistemas que oferecem oportunidades, como licitações e privilégios, com a complacência ou o voto de eleitores desinformados, perpetuando, assim, um ciclo vicioso de corrupção em que o benefício próprio se sobrepõe ao bem público, facilitado por uma cultura de impunidade e estruturas que permitem trocas de favores. Todo ladrão foi mal instruído na sua formação familiar.

Por conseguinte, que fatores levam à corrupção? Incentivos e oportunidades. A gestão de grandes recursos públicos (orçamento, obras, licitações) cria oportunidades para desvio, especialmente em licitações, em que vantajosas propinas são oferecidas para garantir contratos na administração pública.

Depois, há um vício de cultura fraudulenta na estrutura social. Um histórico de clientelismo, nepotismo e favoritismo em redes de "velhos amigos" favorece práticas corruptas, em que o interesse pessoal e do grupo se sobrepõe ao coletivo.

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Falta de fiscalização e punição. Aliás, a leniência do sistema penal e a sensação de impunidade incentivam a corrupção, pois as punições não são severas ou rápidas o suficiente para coibir a prática criminosa.

Desinteresse e desinformação do eleitor. A descrença generalizada e o desinteresse político levam à falta de atenção nas eleições, permitindo que candidatos financiados por esquemas ilícitos se elejam e reelejam-se, perpetuando, assim, o ciclo vicioso.

Ambição e poder também clarividenciam algo que a justiça deixa de observa. A busca por riquezas, poder e privilégios, aliada a uma moralidade flexível, é um motor fundamental, muitas vezes impulsionada por "vícios privados" que afetam o governo.

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Mas, de fato, como o ciclo se mantém? Financiamento ilícito. Empresas pagam propinas ou apoiam campanhas milionárias em troca de futuros favores.

Eleição. Políticos eleitos usam o cargo para enriquecerem e retribuirem favores a financiadores. Escândalos e descrença. A corrupção gera escândalos, aumentando a descrença pública.

Reinício do ciclo. A descrença leva a menos fiscalização e votos desinformados, reiniciando o processo. Soluções apontadas. Aumento da transparência e accountability. Redução da intervenção estatal na economia.

Enfim, estão faltando leis mais severas e punição efetiva, bem como maior engajamento e informação do eleitorado. O sistema, fanalmente, é uma rede mundial de dominantes e opressores corruptos, instruídos numa cultura de falsa democracia.

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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

PARLAMENTO | por Battista Soarez

PARLAMENTO

Assembleia Legislativa apresenta balanço das ações parlamentares de 2025
Relatório segue os preceitos da transparência defendidos pela presidente da Alema, deputada Iracema Vale.
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Por:
Agência Assembleia
Foto:
Divulgação

Prédio da Assembleia Legislativa do Maranhão | Foto: Divulgação. 

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O ANO DE 2025 foi marcado por intensa atividade parlamentar na Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema). É o que demonstra o Relatório Quantitativo e Situacional de Atividades Legislativas, elaborado pela Diretoria-Geral da Mesa Diretora da Casa, que consolida os trabalhos desenvolvidos no período de 4 de fevereiro a 18 de dezembro de 2025. Ao longo do ano, o Parlamento realizou 120 sessões ordinárias, 15 sessões extraordinárias, 73 sessões solenes e duas sessões especiais.

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No período analisado, os deputados estaduais apresentaram um grande volume de matérias. Somente em Projetos de Lei Ordinária, foram 559 proposições, das quais 117 aprovadas, além de matérias rejeitadas, prejudicadas, anexadas, retiradas de tramitação e duas vetadas integralmente. Permanecem pendentes de votação 258 projetos.

De acordo com o relatório, também foram apresentadas 4.017 indicações, 652 requerimentos e 22 moções ao longo do ano legislativo. Consta ainda a tramitação de 158 Projetos de Resolução Legislativa, três Propostas de Emenda Constitucional, três Projetos de Decreto Legislativo, todos aprovados, e um Projeto de Lei Complementar de iniciativa parlamentar.

Seguindo a diretriz de transparência e organização administrativa adotada pela presidente da Alema, deputada Iracema Vale (PSB), o relatório reúne os números da produção legislativa e garante amplo acesso ao balanço do trabalho realizado pelos deputados estaduais, fortalecendo a prestação de contas à sociedade maranhense. A condução dos trabalhos pela Mesa Diretora ao longo de 2025 contribuiu para a regularidade das sessões e para o bom funcionamento das atividades legislativas.

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Outros Poderes

O Poder Executivo Estadual encaminhou à Assembleia Legislativa 121 proposições em 2025. Entre elas, 63 Medidas Provisórias, das quais 55 foram aprovadas, além de 40 Projetos de Lei Ordinária e quatro Projetos de Lei Complementar, com matérias analisadas quanto a vetos totais e parciais.

O Poder Judiciário encaminhou nove proposições ao Legislativo maranhense, sendo cinco Projetos de Lei Ordinária e quatro Projetos de Lei Complementar, todas aprovadas.

A Defensoria Pública do Estado apresentou dois Projetos de Lei Complementar, ambos aprovados. O Tribunal de Contas do Estado encaminhou seis Projetos de Lei Ordinária, com cinco aprovados e um pendente de votação. O Ministério Público do Estado teve um Projeto de Lei Complementar aprovado no período.

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Comissões

As comissões técnicas permanentes e temporárias da Assembleia também tiveram atuação intensa ao longo de 2025. Foram realizadas reuniões deliberativas, audiências públicas e visitas técnicas, que contribuíram para a análise e o encaminhamento das proposições legislativas.

O relatório apresenta ainda os dados referentes ao arquivamento e ao registro dos atos legislativos, consolidando o balanço das ações desenvolvidas pela Assembleia Legislativa do Maranhão em 2025 e reafirmando o compromisso da Casa, sob a presidência da deputada Iracema Vale, com a transparência, a eficiência e o fortalecimento do Poder Legislativo estadual.

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

POLÍTICA | por Battista Soarez

POLÍTICA

Mical Damasceno se consolida com rejeição abaixo de zero na disputa pelo Senado
A parlamentar tem sido reconhecida pela capacidade de dialogar com diferentes setores e com quem pensa diferente, sem abrir mão de princípios e valores que elevam sua dignidade.



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EM MEIO A UM CENÁRIO POLÍTICO marcado por polarizações e altos índices de rejeição, a pré-candidatura de Mical Damasceno (PSD) ao Senado Federal se destaca pela aceitação ampla e rejeição abaixo de zero. Mical caiu na graça da igreja e do eleitorado maranhense em geral.

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Deputada estadual em seu segundo mandato, Mical construiu um nome leve e respeitado, reconhecida pela capacidade de dialogar com diferentes setores e com quem pensa diferente, sem abrir mão de princípios e valores que a dignificam como pessoa, como cristã e como política.

Nas conversas que circulam entre eleitores e no ambiente político, Mical passou a ser associada à expressão “Candidata Polo Norte”, uma metáfora que remete a temperaturas abaixo de zero para traduzir uma percepção clara: ausência de rejeição e alto nível de confiança.

Com trânsito entre diversos segmentos e postura equilibrada, Mical se consolida como uma pré-candidata que une, dialoga e cresce com credibilidade no cenário político estadual. Como parlamentar, tem sido exemplar e tem trabalhado com lisura e transparência de modo que o seu nome vem crescendo cada vez mais. Com certeza, na condição de senadora, caso seja eleita nas eleições de 2026, trabalhará pelo Maranhão como poucos políticos já fizeram.

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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

COLUNA LEITURA LIVRE | por Battista Soarez


COLUNA LEITURA LIVRE 
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Por Battista Soarez
(Jornalista, escritor, sociólogo, teólogo e professor universitário)

O que está por trás das eleições de 2026 no Maranhão
Perseguição jurídica pode ser usada como "arma" para impedir políticos em ascensão de serem candidatos.

Políticos que lideram nas pesquisas no Maranhão correm o risco de serem perseguidos juridicamente | Foto: Divulgação.

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HÂ UMA GANANCIOSA disputa política pelo Maranhão. Durante décadas, isso foi protagonizado pelo grupo Sarney. Agora, Flávio Dino entendeu que ele é o único merecedor desse continuísmo exagerado e opressor que coloca o estado num curral de pobres e miseráveis que parece não ter fim a cada troca de personagens do governo. A própria máquina pública e a justiça são utilizadas sem controle para esse fim.

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Aliás, Dino foi para o STF exatamente com a missão de se perpetuar no controle do poder e manter o Maranhão sob seu comando. Sua posição no Supremo Tribunal Federal é estratégica. Qualquer político que ameaçar derrubar sua dominância será perseguido juridicamente, terá sua imagem pichada pela mídia comprada e, por fim, será impedido de ser candidato antes de chegar as próximas eleições. Seu cargo no STF é usado como arma jurídica no jogo político para que ele se mantenha no poder de controle no estado. Para isso, o hoje ministro do Supremo tem relações sigilosas com nomes estratégicos do judiciário no Maranhão.

Sempre articulada com câmeras e microfones desligados, as eleições no Maranhão seguem um panorama ritualístico cuja matemática no jogo político tem fórmulas obscuras nas quais o eleitorado pouco é levado em conta. O esquema começa com a manipulação nas pesquisas de intenção de voto em favor daqueles que o sistema quer eleger. A ideia é preparar a cabeça do eleitor para, no final, não ter surpresas que chamem a atenção. Depois, as urnas são organizadas de acordo com os resultados pretendidos.

Flávio Dino tem uma inteligência política fora do comum. E não é à toa. Desde os 13 anos de idade, Dino já tinha definição do que ele queria ser na vida adulta. Hoje, ele é exatamente o que desde sua tenra idade ambicionou. Sempre leu muito. Graças a isso, nunca precisou estudar de última hora para concurso público. Pois ele estuda todos os dias desde criança. Por isso, sempre foi aprovado em todos os concursos que fez. O cara não é qualquer um. Trata-se de um fenômeno intelectual. Nesse particular, ele é, sem dúvida, um exemplo para ser seguido.

Seus autores principais na esfera politica são Maquiavel e Lenin. Com Maquiavel, Flávio Dino aprendeu que a estratégia primordial para se manter no poder é ser temido e não amado, se não se pode ser ambos. Pois o temor é mais controlável pelo governante, enquanto o amor depende da vontade do povo. Mas o povo é ingrato e volátil. Então, tem que ser controlado.

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Outras máximas importantes incluem a necessidade de aparentar virtudes (ser piedoso, justo) sem ser escravo delas, agir com astúcia e, se preciso, ser cruel, pois "o bem deve ser feito aos poucos, mas o mal de uma só vez", para não ser odiado, mas sim respeitado pela força. Bolsonaro, por exemplo, está enquadrado exatamente nessa filosofia ideológica orientada por Dino no atual governo de esquerda. E a intenção é levar Bolsonaro à morte para eliminar, pela raiz, o risco de a esquerda perder o poder no país. Enquanto isso, os presos do 8 de janeiro são usados conforme a ideologia incorporada por Dino para gerar temor na alma de quem ousa se levantar contra o atual governo. As decisões partem da caneta de Alexandre de Moraes (que já começou entrar em declínio perante o sistema, que o usou até onde foi necessário), mas a orientação sobre o que fazer e como fazer sai da cabeça de Flávio Dino. Ele é o mentor intelectual do governo atual.

Já com Lenin, que encapsula a importância do controle do Estado e da força para a manutenção do poder, Dino aprendeu e executa a ideia de que nenhuma quantidade de liberdade política satisfará as massas famintas. No contexto da importância de manter a disciplina e o controle do partido para governar, Dino entende, como Lenin, que os situacionistas (governantes) não podem reter o poder por dois meses e meio, muito menos por dois anos e meio, sem a mais rigorosa e verdadeiramente férrea disciplina no Partido. Além disso, um pensamento de Lenin que Dino incorporou na sua alma ambicionista e que, nos círculos políticos, enfatiza a necessidade de estar no controle do poder, é que "fora do poder, tudo é ilusão". E isso justifica a briga pelo poder que, teoricamente, emana do povo.  Só que o povo, limitado e conformado com migalhas sociais, não tem poder nenhum.

Lenin também enfatizou a importância da ação estratégica, descrevendo a arte da política como a capacidade de "encontrar e agarrar com a maior firmeza possível o elo que é menos provável de escapar de nossas mãos, o que é mais importante no dado momento, aquele que mais de que tudo garante ao seu possuidor a posse de toda a cadeia".

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É importante notar, por conseguinte, que o chamado "Decálogo de Lenin", que supostamente lista táticas para a tomada e manutenção do poder, é considerado uma falsificação histórica, sem base nas obras autênticas de Lenin.

Já para Maquiavel, há três espécies de cérebros: uns entendem por si próprios; os outros discernem o que os primeiros entendem; e os terceiros não entendem nem por si próprios nem pelos outros; os primeiros são excelentíssimos; os segundos excelentes; e os terceiros totalmente inúteis (a massa, a pobreza). Dino pensa exatamente desse jeito e, com base nessa ideologia, age política e juridicamente. A massa é controlável pelo poder aquisitivo. O pobre deve ganhar o mínimo possível. Assim, ele trabalha simplesmente pela comida, e não pela sua intelectualidade e desenvolvimento pessoal. Logo, nunca terá força suficiente para lutar contra o sistema dominante.

Como Maquiavel, portanto, Flávio Dino entende que os homens têm menos escrúpulos em ofender quem se faz amar do que quem se faz temer, pois o amor é mantido por vínculos de gratidão que se rompem quando deixam de ser necessários, já que os homens são egoístas; mas o temor é mantido pelo medo do castigo, que nunca falha. Isso explica a razão dos presos do 8 de janeiro, como ficou conhecido.

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Por isso Dino fez questão de estar no STF. Bolsonaro, por sua vez, está preso, não porque cometeu crime, mas porque, uma vez livre, ameaça tomar o poder. Para a esquerda, é preciso manter-se no poder a qualquer custo e controlar tudo. Por isso, a estratégia de Dino é cassar e prender todo e qualquer político da oposição que porventura esteja em ascensão.

Nas eleições de 2026, o Maranhão terá uma política cheia de estratagemas que vão surpreender, mais uma vez, as expectativas. Há muitos paradoxos. Os assuntos do dia-a-dia estão tomando conta das mídias de todos os tipos, inclusive das redes sociais.

A disputa pelo Palácio dos Leões, no Maranhão, está numa esteira não muito simples de equacionar. Já está havendo, inclusive, um festival de prisões de políticos em nível de municípios como, por exemplo, o prefeito de Turilândia, Paulo Curió, e vereadores. O prefeito de Santa Helena, Joãozinho Pavão, também está na mira da Polícia Federal. Essa perseguição é de praxe toda véspera de ano de eleição.

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O triste é que a PF, uma instituição que todo mundo acha séria, vem sendo usada nesse jogo. É simples de entender. Sabe-se que a Polícia Federal só age quando provocada. A questão é saber quem está provocando.

Sempre há um vasculhamento nas ações dos políticos. Aí entram em cena as operações das polícias Federal e estadual atrás de gestores e parlamentares que operam mal o dinheiro público, como, por exemplo, de emendas, da saúde, da educação e do próprio orçamento. Muitas dessas figuras públicas receberam visitação dos agentes dessas instituições que, buscando provas, acharam também somas milionárias em dinheiro vivo, escondidas até em lugares mais inusitados. Mas são poucos os políticos que não procedem dessa forma.

Os políticos, entre si, sabem disso. Então, perseguem-se uns aos outros. Políticos de esquerda contra políticos de direita e vice versa. É um jogo. Um jogo sempre feito com muita sujeira nos bastidores da política. E Flávio Dino é um personagem estratégico significativo nesse jogo. Em 2026, portanto, vencerá quem ele proteger com seu apoio silenciosamente obscuro. Esse, enfim, é o sistema dominante.

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